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Planejamento estratégico: veja sua relação com os 8ps do marketing

Você gostaria que os seus clientes não sumissem e que você pudesse atingir o ponto de equilíbrio de vendas o mais rápido possível? Talvez você não saiba, mas um planejamento estratégico bem desenvolvido pode influenciar nisso.

O planejamento estratégico é uma das tarefas mais importantes para uma empresa e deve ser monitorado de tempos em tempos para melhorar a performance do negócio. Além disso, a junção desse conceito com os 8Ps do marketing pode influenciar bastante nos resultados.

Duvida que isso seja verdade? Então acompanhe a leitura e confira este guia completo sobre as principais informações a respeito do assunto!

O que é planejamento estratégico?

Vamos supor que você tenha uma grande afinidade com futebol e queira assistir de perto a Copa do Mundo de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

Obviamente, você terá que organizar a sua vida a fim de conquistar essa meta para os próximos 8 anos, ou seja, precisará ver os custos com passagens, a hospedagem, os ingressos, o que consumirá nos países e assim por diante.

Esse tipo de análise é absolutamente comum para qualquer coisa que você queira colocar em prática, inclusive no que diz respeito ao seu negócio. Basicamente, o planejamento estratégico é a capacidade de se antecipar a um cenário futuro e optar pelas melhores escolhas para conquistar o objetivo definido.

Normalmente o planejamento estratégico parte do topo da pirâmide organizacional, cabendo aos sócios e diretores a função de estipular o que será melhor para a empresa, como será feito e em quanto tempo. O pensamento no longo prazo é primordial para desenvolver um ambiente sólido e de acordo com as pretensões do negócio.

Por mais que esse conceito remeta a uma abordagem clássica da teoria geral da Administração, o princípio ainda é o mesmo no que se refere a potencializar a eficiência nos processos executados. As ações são passadas para os demais setores, e em cada departamento cabe aos líderes conduzirem as ideias lançadas para que os produtos ou serviços tenham a qualidade esperada.

Ainda convém lembrar que, quando se pensa em planejamento estratégico, é preciso analisar algumas situações básicas, tais como o valor que as suas soluções agregam aos clientes, o tipo de público que atende, quais são os canais necessários etc.

Além disso, a cultura e o clima organizacional também exercem um papel importante nessa equação, pois podem impactar diretamente nas decisões realizadas.

Por que o planejamento estratégico é importante?

Uma empresa que não tem a mínima noção de onde pretende chegar pode ser comparada a um avião sem um plano de voo. O planejamento estratégico é o que impulsiona o negócio para inovar constantemente, afinal, quem não se adapta às mudanças acaba estagnando pelo caminho.

Independentemente do tipo de negócio que você tenha, lembre-se de que essas diretrizes de organização norteiam os passos para tornar a empresa diferente das concorrentes. Muitos gestores se perguntam como aumentar as vendas, mas às vezes nem se dão conta de que o problema é muito mais simples de resolver do que aparenta ser.

Quando há um planejamento estratégico estruturado, a tendência é que a comunicação seja mais clara — entre os colaboradores ou mesmo em relação aos clientes. Tendo como base uma proposta de trabalho bem definida, o fator motivação entra em vigor e as pessoas se sentem mais conectadas e dispostas a prestar um bom serviço.

Se os propósitos da empresa estão alinhados, torna-se natural o fortalecimento da marca e o público começa a reconhecer que as suas soluções são referência de mercado. Ao estabelecer exatamente o caminho que pretendem trilhar, os gestores conseguem identificar possíveis ameaças e aproveitar as oportunidades que surgem.

Tendo isso em vista, o ambiente fica muito mais sinérgico e orientado para alcançar resultados expressivos, sendo que é importante ter uma avaliação minuciosa para achar os caminhos mais seguros. Talvez você não tenha reparado ainda, mas são ações como essas que proporcionam a tão desejada vantagem competitiva.

Vale mencionar também que um planejamento eficaz protege a sua empresa de quaisquer imprevistos que possam ocorrer, afinal, neste momento de instabilidade política em que vivemos, isso faz toda a diferença.

Do mesmo modo, uma estratégia bem desenvolvida influencia no orçamento organizacional e faz com que os recursos sejam explorados de forma correta para que haja retorno sobre o investimento aplicado.

Como elaborar um bom planejamento estratégico?

Ao tomar as ações necessárias para o negócio deslanchar, é fundamental se amparar em análises concretas, pois elas servirão de parâmetro para executar as devidas providências. Partindo desse princípio, veja esta lista com 6 ferramentas essenciais de planejamento estratégico:

1. Análise SWOT

Não há como pensar em planejamento estratégico sem olhar para as questões pertencentes aos ambientes interno e externo da empresa. Por isso, a análise SWOT tem os requisitos necessários para proporcionar um diagnóstico completo a respeito do que é preciso colocar em vigência no negócio.

A sigla em si corresponde aos termos em inglês que representam as forças, as fraquezas, as ameaças e as oportunidades. Tendo essas informações previamente organizadas, a tomada de decisão se torna mais efetiva, até mesmo para minimizar os riscos e elevar as chances de sucesso.

2. Matriz Ansoff

Talvez uma das maiores falhas de alguns gestores — que se perdem e não sabem como ser um empresário de sucesso — é ter a noção do tempo exato para arriscar. Essa linha tênue entre o novo e o que já existe transforma o raciocínio acerca dos negócios e pode apresentar fatores preponderantes para um disparo nas vendas.

Com isso, a Matriz Ansoff pode dar um respaldo interessante ao seu portfólio de produtos com relação a 4 aspectos de análise:

  1. entrar em um mercado existente para fidelizar os clientes;
  2. desenvolver um novo produto para identificar outras preferências do público;
  3. desenvolver um novo mercado para conquistar outros clientes;
  4. diversificar os produtos para conquistar novos nichos de mercado.

Esse tipo de diagnóstico contribui muito para obter as informações necessárias do seu negócio, a fim de incrementar as devidas alterações nos produtos. Inclusive, refletir sobre essa questão faz com que a empresa vislumbre novos patamares e possa crescer com processos bem definidos.

3. Matriz BCG

Há situações em que a empresa se vê em um verdadeiro labirinto, sem saber o que fazer com os produtos que não estão projetando bons resultados. Para isso, a metodologia gráfica da matriz BCG dispõe de uma linguagem de fácil entendimento para apurar as prioridades do seu negócio.

Assim como as ferramentas anteriores, a matriz BCG é composta por 4 quadrantes:

  1. vaca leiteira — produtos com participação de mercado alta e crescimento baixo;
  2. estrela — produtos com participação alta e crescimento significativo;
  3. interrogação — produtos com alto crescimento e baixa participação;
  4. abacaxi — produtos com baixo crescimento e participação irrelevante.

Contudo, as informações colocadas nos quadros servirão para comparar os produtos e identificar se ainda resta um potencial de venda. A partir dos resultados apontados, é possível reposicionar os investimentos e, consequentemente, dar uma sobrevida ao estágio de maturidade do produto.

4. As forças de Porter

Se você compreendeu bem o conceito das demais análises, chegou a hora de aprofundarmos um pouco mais nessa questão e gerarmos um entendimento ampliado sobre o micro e o macroambiente.

Michael Porter, autor de vários livros a respeito das estratégias de competitividade, desenvolveu um modelo de avaliação que instiga as empresas a pensarem melhor antes de tomarem uma decisão.

Basicamente, com esse modelo é possível identificar os pontos que podem facilitar ou dificultar o seu plano estratégico. Isto é, ao verificar fatores como rivalidade, poder de barganha, ameaças de novos produtos e a possibilidade de novos concorrentes, sua empresa consegue se preparar melhor e moldar o negócio de acordo com as situações que se apresentam.

5. Modelo de negócio Canvas

Dentro das metodologias de planejamento estratégico, talvez uma das que mais impactam os resultados da empresa seja o Canvas, pois é possível ter uma visão completa das etapas realizadas. Pode parecer algo meio rígido, mas se você não souber o que quer vender, para quem, como fazer e o quanto receberá por isso, provavelmente o seu negócio está fadado ao fracasso.

O Canvas é dividido em 9 espaços que correspondem aos lados emocionais e racionais da organização, sendo uma parte voltada para o marketing, outra para o planejamento em si e uma terceira especialmente para finanças. Ao representar graficamente os processos do seu negócio, é possível detalhar as ações futuras e verificar o que falta para começar a empreender de verdade.

6. Design Thinking

Em um mercado acirrado, não resta outra saída senão criar formas inovadoras para sair de um oceano vermelho de predadores e chegar a um oceano azul de lucratividade. No entanto, para que isso ocorra com maestria, é preciso avaliar diversos aspectos, principalmente no que se refere ao comportamento das pessoas.

O Design Thinking tem o propósito de observar e compreender as culturas, experiências e os pensamentos humanos para compor produtos ou serviços que supram realmente as necessidades da sociedade. Da etapa de imersão até a prototipação, torna-se imprescindível estudar os problemas encontrados e criar soluções que façam os consumidores se atraírem pelo que você oferece.

Qual é o passo a passo?

A princípio, você precisa elaborar as diretrizes organizacionais e determinar a missão, a visão e os valores do seu negócio, ou seja, a postura ideológica que definirá onde a empresa pretende chegar. Todavia, é preciso levar em consideração as normas e políticas empregadas para estruturar as bases da empresa.

Em seguida, a análise dos ambientes internos e externos servirá para você ter uma noção exata do lugar que está pisando para tomar as respectivas medidas. Com isso, a tendência é que você arrume os pontos fracos para aumentar o lado forte, a fim de aproveitar as oportunidades e contornar as ameaças com tranquilidade.

A determinação de um objetivo está lado a lado com a escolha do ramo de atividade, as ações corporativas para colocar o negócio em funcionamento e o escopo das operações aplicadas ao processo. Lembrando que é de suma importância identificar as melhores parcerias e pesquisar a fórmula de sucesso dos principais concorrentes.

Vale ressaltar que a segmentação do público tem enorme relevância nesse passo a passo, principalmente no que se refere ao marketing digital, visto que as chances de entregar conteúdos que geram engajamento serão maiores.

Inclusive, o desenvolvimento de personas pode direcionar as atitudes da empresa, tendo em vista as preferências e os aspectos comportamentais de uma audiência ideal.

Contudo, não basta apenas ter ótimas ideias, aplicá-las e deixá-las de lado posteriormente. É preciso monitorar os resultados alcançados para identificar possíveis erros e acertos durante a jornada. Esse feedback será essencial para o aprendizado corporativo e para a qualificação das ações futuras.

O que são os 8Ps do marketing?

De uma maneira geral, os 8Ps do marketing servem para tornar as estratégias clássicas do mix de marketing mais acessíveis e correspondentes ao atual cenário que vivemos no mundo.

É uma metodologia desenvolvida por Conrado Adolpho, um empreendedor de vasta experiência na área de vendas e que, por meio dos 8Ps, encontrou uma maneira de direcionar as carreiras dos pequenos e médios empresários nacionais.

Hoje em dia, no que se refere ao marketing digital, não basta ter presença online, é preciso produzir conteúdos relevantes, que influenciem o poder de compra da sua audiência. Para que você entenda mais sobre o assunto, veja o que significam as 8 técnicas de forma simples:

1. Pesquisa

A primeira etapa dessa jornada em busca do sucesso tem como missão identificar o perfil ideal de cliente que a empresa pretende atender, analisando suas necessidades, seus comportamentos e suas possíveis objeções. Você deve conhecer o seu público-alvo para fornecer soluções relevantes e, consequentemente, estar à frente da concorrência.

2. Planejamento

A partir do momento que você já tem noção de quem se interessaria pelo seu negócio, chega a hora de esquematizar o funil de vendas para disponibilizar as ofertas de acordo com o estágio em que o consumidor se encontra na jornada de compra. É no planejamento que você representará o que será preciso para fisgar o cliente e torná-lo fiel à marca.

3. Produção

Sabendo os tipos de pessoa que vão se interessar pelos seus produtos ou serviços e tendo o escopo de ofertas bem planejado, entra a parte de produção desse conteúdo para engajar a audiência. Independentemente disso acontecer por meio de blog posts, vídeos, infográficos, e-books ou qualquer outra fonte, você precisa adequar os conteúdos à linguagem da empresa e aos objetivos traçados lá no começo da sua estratégia.

4. Publicação

Nesse estágio você precisará tornar público o conteúdo produzido, até mesmo para que consiga dar prosseguimento às demais etapas e verificar a receptividade do que planejou até então. Para tanto, escolha os canais de comunicação que mais tenham a ver com a sua proposta de negócio e fale a mesma língua do seu público.

5. Promoção

Por mais que as informações publicadas sejam fantásticas, elas não vão converter em vendas sozinhas. Por isso, você deve promover o que desenvolveu para gerar autoridade e influenciar o poder de decisão do público ao agregar valor ao seu produto ou serviço por meio de conteúdo relevante.

6. Propagação

Embora a viralização do conteúdo esteja diretamente ligada a uma ação do público, ela pode muito bem ser induzida pela sua empresa. Ao prestar um atendimento de qualidade e entregando muito mais do que se espera, as chances da sua audiência propagar a oferta disponibilizada são muito grandes.

7. Personalização

A partir da resposta do público sobre a sua oferta, seja ela positiva, seja ela negativa, você precisa adequar as informações recebidas para tornar a sua estratégia cada vez mais coerente com o nicho em que atua. Portanto, conforme o feedback recebido das ações anteriores, você consegue moldar a sua tomada de decisão e entregar ofertas melhores para a audiência.

8. Precisão

Por fim, a mensuração dos dados coletados lhe trará os comandos necessários para decolar a aeronave das vendas e, assim, alçar voos mais altos no marketing. Tendo em mãos os resultados obtidos, você consegue identificar onde se torna mais rentável o investimento e o que precisa modificar com urgência, transformando significativamente a sua gestão.

Por que os 8Ps do marketing devem ser utilizados?

Sabemos que você acredita fielmente no seu negócio, mas só isso não será o suficiente se não tiver métodos práticos para agir. Os 8Ps do marketing dão margem para que o seu empreendimento expanda de maneira natural e com apenas alguns ajustes pontuais para adequar as suas metas ao mercado.

Uma das principais vantagens quando olhamos com mais atenção para o marketing digital é a redução dos custos, visto que uma campanha bem desenvolvida no ambiente virtual pode engajar muito mais do que um comercial de TV, por exemplo.

Mesmo que você opte por anúncios patrocinados, os gastos com isso são irrelevantes se compararmos com o marketing tradicional.

Caminhando junto ao custo-benefício está o tempo de lançamento dos conteúdos, pois se a estratégia estiver de acordo com o funil de vendas estipulado, a probabilidade de conversão de visitantes no seu site para leads qualificados é enorme. Isso faz com que as oportunidades de vendas sejam potencializadas e as receitas possam se multiplicar gradativamente.

Vale mencionarmos que a utilização dos 8Ps também colabora com a comunicação da empresa, seja ela externa, seja ela interna. Inclusive, esse é um ponto importantíssimo para gerar confiança na audiência e a motivação necessária entre os colaboradores, visto que, quando há uma proposta clara sobre determinado assunto, o entendimento é melhor e isso reflete na percepção das pessoas.

Ainda convém lembrarmos que é possível gerar mais interatividade entre o público e a empresa, fazendo com que a presença de mercado seja maior e haja um alcance global de suas ofertas — sendo que a fidelização da sua base de contatos será um dos ingredientes principais na receita de sucesso para obter resultados de longa duração.

É uma estratégia que requer disciplina e foco, mas possibilita que empresas de pequeno e médio porte possam brigar, em muitas oportunidades, de igual para igual com grandes corporações. Sem contar que, em tempos de ciência de dados, a metodologia dos 8Ps ajuda a expandir as informações que recebe da sua audiência, a fim de fazer ofertas irresistíveis.

De que forma podem otimizar a estratégia?

Embora a teoria seja muito interessante, compreendemos que você quer soluções práticas para arregaçar as mangas e aplicar o que aprendeu. Para começarmos, no que se refere à pesquisa, lembre-se de verificar as principais informações que podem beneficiar o seu negócio, tais como o levantamento de palavras-chave, os critérios de ranqueamento no Google, as análises de ambiente etc.

No planejamento, você deve posicionar as suas ações para configurar as estratégias em todas as frentes possíveis, desde que estejam de acordo com a proposta do negócio. Com isso, vale verificar a situação do domínio e da hospedagem do site, a definição de KPIs para a estratégia, a criação de um layout responsivo e as demais situações inerentes a esse estágio.

As publicações precisam ser originais, pois se houver cópias de textos de terceiros, isso pode minar consideravelmente a credibilidade do seu trabalho. Se possível, aposte em elementos de persuasão para engajar o público, como os gatilhos mentais de autoridade, prova social, escassez e reciprocidade.

Embora as empresas estejam cansadas de saber o que é um anúncio, muitas não entendem que não é preciso oferecer ao público propagandas maçantes. Por isso, se o conteúdo for relevante, a promoção das suas soluções será constante e de maneira orgânica, podendo alcançar um potencial incrível nas postagens patrocinadas.

Se for bem utilizada, a propagação é um dos 8Ps mais poderosos que existe, pois pode aumentar o seu alcance de forma espontânea e elevar o valor percebido da marca. A utilização de chamadas de ação para estimular os comentários e o compartilhamento nas redes sociais, por exemplo, são excelentes maneiras de aproveitar esse método.

Já com relação à personalização, é interessante você pegar todos os feedbacks possíveis para desenvolver conteúdos cada vez mais atraentes para o público, sendo que o uso de e-mail marketing, por exemplo, colabora bastante para a nutrição dos leads. Na precisão, você deve visualizar todos os dados que possam nortear as suas estratégicas para que a distribuição dos recursos financeiros seja eficiente.

Qual é a relação entre os 8Ps do marketing e o planejamento estratégico?

Tendo em mente os conceitos de planejamento estratégico e dos 8Ps de marketing, não é muito difícil observar que eles se complementam, certo? Um empreendimento funciona como a construção de uma casa, ou seja, precisa das fundações sólidas para que os demais serviços possam ser implementados na obra.

No marketing digital, se o planejamento está de acordo com as diretrizes desenvolvidas e as metas estipuladas, fica muito mais simples formular as estratégias no decorrer do percurso. Isso favorece a empresa e faz com que o seu negócio tenha a visibilidade, o reconhecimento e a credibilidade que todos gostariam.

Portanto, se você quer maximizar o número de vendas e alcançar resultados expressivos, vale considerar a mescla das ferramentas de planejamento estratégico com a metodologia de 8Ps.

Gostou dessas informações a respeito do planejamento estratégico em relação ao marketing digital? Quer conhecer outros conteúdos que temos? Então aproveite a visita ao blog e assine a nossa newsletter para acompanhar as novidades!

ROI de marketing

Você sabe o que é ROI de marketing? Confira o que é e como calculá-lo

O ROI de marketing é o indicador responsável pelo cálculo econômico que demonstra o resultado da estratégia de marketing implementada pela sua organização. Quando você finaliza suas ações em uma campanha, é preciso mensurar os resultados e a lucratividade obtida — e é justamente para esse fim que utilizamos essa ferramenta.

Parâmetros como nível de tráfego, cliques ou curtidas ajudam a medir a repercussão das iniciativas adotas em termos de interesse. Todavia, quando se trata de resultados econômicos, é o ROI que deve ser empregado.

Pensando nisso, abordamos, ao longo deste artigo, as principais informações acerca desse indicador, bem como a importância de acompanhá-lo e como ele deve ser calculado em sua empresa. Boa leitura!

O que é ROI de marketing e como ele funciona?

A sigla ROI é um acrônimo da expressão inglesa “Return on Investment” (Retorno sobre o Investimento, em tradução livre). Trata-se de um indicador econômico amplamente utilizado no mundo financeiro para analisar a rentabilidade, bem como os ganhos e as perdas de marcas e empresas.

O ROI pode ser considerado, então, como uma ferramenta tanto de mensuração quanto de avaliação, à medida que informa, de maneira simples e direta, qual o valor econômico que você obteve como resultado de investir na realização de ações concretas. 

Dito de outra forma, é possível determinar quanto dinheiro foi ganho de cada real investido. Sendo tão útil, é utilizado, também, para qualificar a gestão de uma organização, fundamentar operações de compra e venda de empresas etc.

No que se refere especificamente ao marketing, a possibilidade de utilizar dados-chave para monitorar o desempenho dos profissionais e das atividades desenvolvidas garante que você consiga saber por que determinadas ações foram mais ou menos lucrativas e benéficas para o seu negócio. Nesse caso, a fórmula é muito simples:

  • ROI de marketing = (lucro – investimento) / Investimento em marketing.

Desse modo, temos a rentabilidade de todas as ações de marketing realizadas por uma empresa. Entretanto, podemos reduzir um pouco o nível para medir com mais detalhes. Para isso, você pode substituir a palavra “marketing”, por “Facebook Ads”, “campanhas do Google Adwords”, “publicações no Pinterest”, em suma, quaisquer ações que deseje mensurar.

Todavia, lembre-se de não confiar apenas nesses dados, mas analisar todo o contexto, pois até mesmo uma campanha com um ROI negativo pode ser positiva em determinadas condições.

Considere o seguinte exemplo: digamos que o ROI de uma campanha que fizemos no Facebook Ads para um produto específico foi negativo, mas essa campanha gerou um alto volume de tráfego para o site da empresa.

Assim, seguimos esse tráfego com campanhas de remarketing e, assim, obtivemos uma elevação na taxa média de conversões. Desse modo, mesmo as ações que, em um primeiro momento, obtiveram um ROI negativo, mostraram-se positivas a médio prazo.

Por que é importante acompanhar o ROI de marketing?

Uma vez que o objetivo principal consiste em aumentar as vendas de seus produtos, o acompanhamento do ROI deve estar relacionado com o ciclo de vendas (prospects, leads, oportunidades e fechamento) e o mercado-alvo no qual você deseja concentrar a sua estratégia de marketing. Sendo assim, entre os benefícios de acompanhar o ROI de marketing, destacam-se:

Fundamentar o processo de tomada de decisões

Quando pensamos em realizar uma estratégia de marketing, podemos considerar diferentes alternativas. Realizar uma campanha baseada em marketing de saída, marketing de entrada ou, até mesmo, ambos em paralelo.

Para tomar uma decisão informada, aspectos como as características do produto e especificidades do nicho em questão são fundamentais. Nesse contexto, o ROI das ações que você estiver pensando em colocar em prática dará a visão definitiva de qual campanha é a mais adequada.

Aproveitar integralmente os recursos disponíveis

Similarmente, acompanhar o ROI de marketing permite avaliar os benefícios de usar recursos internos ou contar com ajuda especializada em gerar novas demandas. Trata-se, portanto, de levar em conta se você incorrerá em custos fixos ou variáveis que se ajustam e escalam de acordo com as necessidades atuais e futuras do seu negócio.

Lançar novos produtos

O ROI é, também, um indicador importante para determinar a viabilidade de lançar um novo produto ou explorar um segmento de mercado mais atual, auxiliando você a conhecer a margem de lucro obtida em cada venda e, logo, ajudando a precificação.

Fazer a correção de desvios

Acompanhar o ROI de marketing não serve apenas para tomar decisões sobre qual campanha é mais apropriada em cada momento. Uma vez que você tenha começado a executá-la, poderá conhecer melhor os desvios do objetivo inicial e realizar as correções necessários. Outros motivos incluem:

  • ao não fazer esse acompanhamento, você não saberá qual das várias possibilidades de investir os seus recursos é capaz de oferecer o melhor retorno;
  • melhorar a previsibilidade das operações, isto é, ter ciência do que deve ser feito para obter mais com menos;
  • monitorar em tempo real as atividades e cancelar campanhas em andamento que não estão dando certo, antes que elas comprometam todo o projeto;
  • aumentar as chances de sucesso ao tentar outras opções.

Como calcular o ROI de marketing?

Para entender de maneira prática como calcular o ROI dentro de um plano de marketing, apresentamos, a seguir, uma situação fictícia. Acompanhe.

Diego é um empreendedor que deseja saber qual é o retorno do investimento na aplicação de suas estratégias de marketing, a fim de melhor posicionar a sua loja online. A forma mais básica de realizar esse intento, sabendo que no caso de Diego o investimento inicial foi de R$ 2.300 e o lucro de R$ 5.000, é:

  • 5.000 – 2.300 = 2.700;
  • 2.700 / 2.300 = 1,17.

Isso significa que a estratégia de marketing de Diego teve um retorno sobre o investimento de 117%, razão pela qual foi totalmente lucrativa.

Todavia, de onde vêm os custos de investimento? Diego teve de recorrer a consultores e especialistas e investir em ferramentas para realizar suas ações de marketing. Então, ele deduziu os seus custos da seguinte maneira:

  • R$ 1.000 em pagamentos para especialistas em SEO e SEM;
  • R$ 700 investidos em ferramentas digitais, como Adwords, SEMrush etc.;
  • R$ 600 em pagamentos para profissionais dedicados a gerar conteúdos em seus blogs e redes sociais.

A soma de todos esses gastos dá um total de R$ 2.300. Convém lembrar que se tratam, apenas, de números fictícios e não representam a realidade sobre o que pode (ou deve) ser gasto em marketing digital.

O cálculo do ROI nesse exemplo é muito generalizante e, de modo algum cobrem 100% das despesas de uma empresa real. Para poder conhecer os custos é necessário incluir elementos como despesas administrativas impostos, material de escritório, entre outros. No entanto, é um exemplo capaz de mostrar como é possível calcular e se beneficiar do acompanhamento regular do seu ROI de marketing.

Gosto do post? Então, não perca a oportunidade de se aprofundar ainda mais no assunto: entenda em que consiste o mix de marketing!

cursos de marketing digital

Vale mesmo a pena fazer cursos de marketing digital?

Muitos empresários já têm levantado a questão acerca da necessidade de investir em cursos de marketing digital. Isso acontece porque, em um mundo cada vez mais online, ter presença ativa na internet pode fazer toda diferença na hora de alavancar as vendas.

Já parou para pensar quantos dos seus clientes estão nas redes sociais, usam a internet para comprar e para tirar dúvidas sobre produtos e serviços? Só pela resposta já dá para imaginar como existem muitas possibilidades.

Porém, será que vale mesmo a pena investir na qualificação profissional? É o que mostraremos neste artigo. Continue com a leitura para saber mais!

Quais as vantagens de se investir em cursos de marketing digital?

A principal dúvida relacionada aos cursos de marketing digital é a necessidade de investir no estudo, já que existem vários conteúdos disponíveis gratuitamente na internet. De fato, muitos desses materiais podem formar conhecimento, mas pagar por eles tem suas vantagens, como é mostrado a seguir.

Contar com conteúdo atualizado

Pesquisas no Google podem ajudar a encontrar muita coisa sobre o que você precisa, mas não existe garantia de que os conteúdos vão mesmo oferecer suporte e atender às suas necessidades.

Quando falamos de marketing digital, as mudanças ocorrem bem rápido. Sendo assim, fazer um curso especializado traz a segurança de que o aprendizado será mais atualizado, com embasamento em conteúdos modernos — e muito utilizados no mercado.

Ter o suporte de profissionais especializados

Outra vantagem de ingressar em cursos de marketing digital é a oportunidade de interagir com professores e equipes especializadas, que possuem um amplo conhecimento prático no assunto e são os mais capazes para sanar todas as suas dúvidas. Isso proporciona uma solidez e confiança que dificilmente se encontra nos conteúdos distribuídos gratuitamente na internet.

Aprender mais com cases de sucesso

Dentro dos cursos, com intuito de facilitar o aprendizado, são apresentados exemplos reais de projetos que foram desenvolvidos com sucesso. Isso possibilita ao aluno um maior entendimento sobre o modo de aplicar no ambiente de trabalho o que está sendo aprendido.

Por meio desses casos, é possível aprender todas as etapas do processo de aplicação, desde o planejamento, passando pela execução e o monitoramento dos resultados — além de contribuir para a identificação e entendimento sobre quais fatores ajudam a alcançar o sucesso.

Qual é o melhor momento para investir nessa qualificação?

Saber quando é a melhor hora para iniciar um curso também é a dúvida de muitas pessoas. No caso de empresários, alguns sinais podem ajudar a identificar o momento certo de apostar na qualificação. Entre os principais:

  • quando se quer aumentar a qualificação profissional;
  • quando existe a necessidade de se atualizar sobre o mercado;
  • quando se deseja alavancar as vendas.

Se você se encaixa em alguma dessas situações, está na hora de procurar cursos de marketing digital para ampliar seus conhecimentos. Entre as principais opções disponíveis no mercado, estão:

  • inbound marketing;
  • gestão de mídias sociais;
  • marketing de conteúdo;
  • marketing digital para empreendedores;
  • método 8Ps.

Vale a pena prestar atenção aos novos formatos de cursos oferecidos atualmente, voltados para pequenos e médios empresários, que contribuem para o crescimento desses tipos de negócios no mercado.

Como escolher o curso ideal?

Antes de escolher o curso ideal e de acordo com a sua necessidade, vale a pena realizar alguns questionamentos e identificar algumas questões.

Objetivos

Primeiramente, você tem que definir os motivos que o levam a querer ingressar no curso. Qual o objetivo de adquirir esses conhecimentos? Elevar o patamar do seu negócio? Crescer profissionalmente dentro da empresa? Ou apenas tem interesse no assunto e gostaria de se aprofundar?

É importante conhecer com clareza seus objetivos para explorar e extrair o conhecimento que mais vai se adequar às suas necessidades.

Nível de conhecimento na área

Para absorver todo o conteúdo de maneira eficiente, é de grande importância que o aluno não queime as etapas de aprendizagem. Portanto, opte pelo nível de conteúdo mais compatível com seus conhecimentos e evite frustrações. Não adianta entrar em um curso de nível avançado, se a sua experiência teórica ou prática no assunto é apenas básica.

Nível de experiência de quem está ensinando

Além de avaliar o próprio conhecimento, é de grande importância que você busque profissionais qualificados para transmitir os conteúdos. Para isso, pesquise cursos que tenham professores capacitados em sua equipe de ensino. Se possível, busque por referências desses profissionais, tanto com a própria instituição quanto com pessoas conhecidas ou que já tenham comprovado sua competência.

O que será ensinado

Não é só a equipe de ensino que deve ser observada. Uma grade curricular de qualidade é fundamental para um aprendizado eficiente. Procure cursos com material relevante e que agregue informações realmente úteis em seu processo de aprendizado.

Investimento necessário

Se você vai investir em cursos de marketing digital, deve saber antes se a escolha feita cabe no seu bolso. Confira as formas de pagamento disponíveis na empresa que está oferecendo o aprendizado e analise se elas se adequam ao seu orçamento. Optar pelo mais caro não é, necessariamente, a melhor escolha. Tente equilibrar o custo com o benefício para poder usufruir das vantagens oferecidas com mais eficiência.

Possibilidade de colocar o aprendizado em prática

A parte teórica é a base do aprendizado em qualquer curso, porém, ela deve ser aliada à prática para que tudo funcione de maneira correta. Não adianta saber a teoria, mas não ter capacidade de aplicar o que foi aprendido. Por isso, busque por cursos que explorem essa dinâmica de ensino e que consigam transmitir, de maneira eficaz, tanto a teoria quanto as experiências práticas.

Investir em cursos pode ser encarado como um gasto a mais, porém, deve-se pensar na relação custo-benefício desse tipo de investimento, considerando as vantagens que você e o seu negócio podem alcançar com a qualificação.

As vantagens de fazer cursos de marketing digital vão desde o retorno financeiro (com o aumento das vendas) até a melhoria no relacionamento com os clientes — que contribui para fidelizá-los e conquistar boas indicações.

O que achou deste post? Quer saber como atrair mais clientes e aumentar as suas vendas? Então, leia nosso artigo sobre o método 8Ps e descubra agora mesmo!

mindset

Veja como o mindset influencia na sua gestão profissional

De origem inglesa, a palavra mindset significa “atitude mental”, “mentalidade” ou mesmo “modelo mental”, sendo um termo bastante familiar para aqueles que atuam no mercado empresarial e que estão diretamente envolvidos na busca por resultados.

Mais do que uma expressão estrangeira que se popularizou no Brasil, o conceito de mindset é considerado por grandes empresários de sucesso, como Carlos Wizard e Jorge Paulo Lemann, como um dos fatores determinantes para o sucesso profissional.

Segundo o psicólogo Warren Bennis, que entrevistou grandes líderes de empresas de sucesso, “os líderes se fazem, não nascem feitos e são feitos mais por si próprios do que por meios externos”. Ele afirmou acreditar que “todos, qualquer que seja a idade ou circunstância, são capazes de transformar-se”, validando assim a existência do “modelo mental de sucesso” ou mindset de sucesso.

De acordo com esses, o segredo de como ser um empresário de sucesso está justamente no tipo de modelo mental que cada indivíduo adota, sendo possível afirmar que o modelo mental adequado e direcionado ao sucesso é capaz de fazer com que o indivíduo seja capaz de atingir e obter resultados que muitos consideram impossíveis ou de difícil execução.

O que é mindset?

Como mencionado, mindset é uma palavra de origem inglesa e que significa “mentalidade” ou “modelo mental”, podendo ser traduzida ainda como “atitude mental”. Segundo Daniel Goleman, autor de best sellers como Inteligência Emocional, os modelos mentais são as maneiras pelas quais os seres humanos validam, organizam e dão sentido às suas experiências.

Ainda segundo ele, o mindset é um dos elementos mais importantes e de maior impacto no resultado profissional de um indivíduo, já que o condiciona para o sucesso, tornando-o mais capacitado e preparado para as oportunidades, ou para o fracasso, caso seja desenvolvido um mindset de impacto negativo.

Segundo Conrado Adolpho, empresário, empreendedor, autor do também best seller “Os 8ps do Marketing” e criador da metodologia 8Ps, além de mentor de empreendedorismo, com diversos artigos que trazem dicas para quem quer começar a empreender, o mindset é “a maneira como você percebe o mundo, ou seja, seus pensamentos, influencia muito nos seus sentimentos. Se você nutre pensamentos negativos e desorganizados, vai se sentir um derrotado e inseguro.”

Ele afirma ainda que “Esses sentimentos interferem nas suas reações. Você tenderá a reagir de forma emocional e descontrolada.”, destacando o impacto do mindset nos resultados de um empresário, do momento que esse se posiciona em uma reunião até o fechamento de um negócio importante, definindo direta e indiretamente seus resultados profissionais.

Ele destaca ainda que existem dois tipos de mindset: o fixo e o expandido, e que cada um desses apresenta suas características e particularidades, mas também salienta que é possível desenvolver um mindset de sucesso e, com isso, alcançar os resultados que se deseja obter.

Conrado afirma que os dois tipos de mindset estão presentes no dia a dia das pessoas e podem ser percebidos tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, sendo que as diferenças entre os dois são tão grandes que a mudança de um para o outro costuma ser um paradigma de grandes proporções.

Mindset fixo

Quando se fala de mindset fixo, está sendo tratado o modelo mental estático, estagnado, em que não há confronto cerebral e o profissional se situa em uma zona de conforto, colocando-se em uma comodidade de afirmar que “nasceu assim” e que, por isso, está eternamente condicionado a determinado pensamento ou resultado.

Esse tipo de modelo mental é marcado pela crença de que as pessoas nascem com uma “cota” de inteligência imutável que não pode ser alterada ou trabalhada, estando portanto fadadas a executar sempre as mesmas ações e obter os mesmos resultados, levando muitas vezes à estagnação pessoal e profissional e ao sentimento de derrota e de conformidade.

Segundo Conrado, “quando tem um mindset derrotista, suas reações tendem a provocar os piores resultados, fazendo com que você se desmotive diante de alguma dificuldade” e destaca que “um mindset derrotista faz com que você inveje seus concorrentes se preocupando muito mais com o sucesso dele do que com o seu próprio”.

Ainda segundo ele, isso faz com que o empresário perca o foco e acabe dificultando o andamento de seus projetos e a conquista dos resultados, já que ele perde a visão clara de suas prioridades e das prioridades de seu próprio negócio. Além disso, o mindset fixo também faz com que o empresário perca o equilíbrio emocional e se descontrole, dificultando o trabalho dele mesmo e de seus colaboradores.

Por isso, ele afirma também que esse é um modelo mental limitante e que apresenta ampla zona de conforto, o que muitas vezes dificulta que o empresário atinja seus objetivos de forma plena, já que ele acaba por não se desafiar e ir além dos limites que acredita ter, o que resulta em sua estagnação pessoal e profissional.

De acordo com o conceito da psicóloga Carol S. Dweck, a atividade mental fixa é responsável pela crença limitante dos indivíduos, que acreditam que não nasceram com capacidades e dons específicos e que, por isso, não podem desenvolvê-los com esforço.

Isso faz com que, em geral, essas pessoas entendam que sua inteligência é colocada em julgamento em todos os momentos, deixando-os inseguros em relação a isso e dificultando seu progresso.

Além disso, essa tendência de se limitar faz com que a pessoa passe a não se engajar na busca por conhecimento, já que ela passa a acreditar que não é capaz de aprender conceitos que não compreende inicialmente ou que determinadas habilidades e conhecimentos estão além de suas capacidades.

O impacto desse tipo de atitude mental é claro, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal, já que a mentalidade fixa tende a abrir espaço para pensamentos negativos e tornar a pessoa mais inclinada a se manter estagnada e desmotivada perante as dificuldades, já que o indivíduo acredita ser incapaz de superar os obstáculos por conta própria.

Esse perfil, bastante comum nas empresas e mesmo nos empresários e empreendedores, pode ser notado naqueles que nunca se dispõem a executar atividades diferentes das quais estão acostumados, que buscam motivos para evitar situações de conflito ou de novidade, que se preocupam muito com a opinião de terceiros e que evitam assumir grandes responsabilidades, por medo de não conseguir lidar com elas de maneira satisfatória.

De acordo com Conrado Adolpho, o impacto do mindset derrotista é visível na vida do empresário, já que o “mindset derrotista fará com que sua empresa termine no pior dos cenários em pouco tempo”, sendo uma das piores situações possíveis para aqueles que desejam conquistar resultados e atingir o sucesso com seus projetos.

Mindset expandido

Por outro lado, o chamado mindset expandido seria capaz de favorecer uma visão de mundo mais ampla, em que as características necessárias para o sucesso pessoal e profissional podem ser desenvolvidas por meio de esforço e mudança pessoal, permitindo que o empresário saia de sua zona de conforto e se coloque em situações que o desafiem.

Esse modelo mental enxerga o ser humano como alguém capaz de evoluir, desenvolvendo seus potenciais e buscando a cada dia aprimorar sua atitude mental, visando mudanças.

O empresário Conrado Adolpho destaca que “quando você conhece alguém de sucesso em uma determinada área e entende qual o seu modelo mental, o seu mindset, você pode modelá-lo em sua própria mente”, o que, para ele, significa que o sucesso não está em vencer o outro, como um adversário a ser vencido, mas sim em modelar o modelo mental para sair da zona de conforto e alcançar o sucesso.

Esse segundo tipo de atitude mental também pode ser chamada de mentalidade progressiva ou de crescimento. Diferentemente da mentalidade fixa, na qual as pessoas se limitam ao que acreditam dominar e têm medo do novo, os indivíduos com esse tipo de pensamento acreditam que as habilidades e talentos podem ser desenvolvidos, desde que tenham esforço, paciência, dedicação e foco.

Ao contrário do modelo mental fixo, que não encara a possibilidade de mudança como uma oportunidade, o portador do mindset expandido crê no aprendizado e na capacidade de crescimento com estudo, prática e compreensão do mundo, acertos e erros, adotando todos esses fatores como ferramentas de crescimento pessoal e profissional.

O indivíduo de mindset progressivo enxerga a dificuldade como uma oportunidade de crescer e de evoluir, utilizando os obstáculos para se fortalecer e se tornar mais capaz de atingir o sucesso.

Para ele, os erros não são um problema, mas sim uma nova oportunidade de crescimento, já que com eles é possível aprender e assimilar novos conhecimentos com aquilo que não deu certo, compreendendo o que é preciso ser feito para que seus objetivos sejam atingidos.

Segundo Conrado Adolpho, existem alguns princípios que embasam o mindset de sucesso e que permitem adotar a mentalidade necessária para conquistar resultados melhores na gestão profissional e na carreira do empreendedor como um todo: a modelagem de mindset, o início imediato e o aprendizado com os erros, sendo esse um método para ajudar a organizar a sua vida.

Por modelagem de mindset, ele afirma que “quando você tem contato com o modelo mental de alguém que tenha um mindset de sucesso, você passa a pensar de modo semelhante e a aplicar tal modelo mental na sua vida e nos seus negócios”, o que significa que o aprendizado surgido ao analisar e compreender os modelos mentais de pessoas bem-sucedidas vai além do aprendizado teórico.

Sobre início imediato, Conrado diz que “empreendedores de sucesso não esperam as condições perfeitas para iniciar um negócio ou lançar um produto. Eles planejam o suficiente para minimizar o risco e fazem acontecer com os recursos que dispõem no momento.”, não deixando que crenças limitantes encontrem desculpas para não iniciar os projetos que se deseja desenvolver.

E sobre aprender com os erros, o empreendedor alega que a mentalidade expandida e de sucesso não considera o fracasso como o oposto do sucesso, já que “empreendedores de sucesso sabem que o fracasso faz parte do sucesso. Ele é apenas a primeira etapa. A segunda etapa é a perseverança. A terceira é o sucesso.”.

Como o mindset influencia nos resultados?

As pessoas agem de acordo com os valores e crenças a que estão acostumados. Isso significa que, por isso, agem seguindo aquilo que aprenderam e que se identificam, acompanhando o mindset que desenvolveram ao longo da vida, seja ele positivo ou negativo, impactando diretamente em suas ações e, consequentemente, nos resultados obtidos.

Enquanto os primeiros apresentam mentalidade estruturada e encaram os obstáculos por  meio de um plano estratégico, os demais se deixam abater pelas dificuldades e assumem que elas não podem ser vencidas por meio do esforço, já que encaram a incapacidade como algo imutável e que está além de suas forças superar.

Como se forma o mindset?

Parte da compreensão do impacto do mindset na obtenção dos resultados e na conquista dos objetivos está em entender como ele se forma e como o indivíduo constrói seu modelo mental ao longo da vida. Ao contrário do que pode parecer a princípio, o desenvolvimento do mindset, segundo estudos, está relacionado a vários fatores, que se complementam e que constroem o modelo mental de cada pessoa.

Segundo o estudo dos especialistas, como Carol S. Dweck, a formação do modelo mental é baseada em quatro pilares, que se desenvolvem de acordo com as particularidades de cada indivíduo ao longo de sua vida:

  • a biologia ou fatores fisiológicos;
  • a linguagem, ligada ao desenvolvimento da consciência do ser humano e de sua existência;
  • a cultura, de acordo com os modelos mentais de famílias, amigos, organizações e nações;
  • a experiência pessoal, ligada à raça, sexo, nacionalidade, influências familiares, dentre outros fatores.

Biologia

O fator biológico é considerado na construção do mindset no que diz respeito à capacidade de realização do ser humano em uma análise baseada nas limitações fisiológicas dele.

Isso significa que os elementos diretamente ligados às habilidades e capacidades que dependem de questões físicas e fisiológicas são elementos construtivos do mindset, variando de pessoa para pessoa e sendo marcado pelas diversas possibilidades encontradas no ser humano.

Linguagem

A linguagem também é um fator determinante para a construção do modelo mental de cada indivíduo. Por estar ligada à formação da consciência do indivíduo e na percepção do eu e da existência, a linguagem influencia direta e indiretamente no desenvolvimento de modelos mentais diferentes, que encontram nas nuances da língua variações de foco, direcionamento e estrutura de pensamento.

Cultura

Os fatores culturais, que são desenvolvidos e absorvidos pelo convívio e experiência nos diversos grupos sociais — como as famílias, os amigos, as organizações de trabalho e sociais e até mesmo as diferenças culturais de cada país — também podem ser considerados elementos formadores do modelo mental e de particularidades que influenciem em determinado formato de pensamento.

A modelagem mental, citada por Conrado Adolpho, é um exemplo de como a cultura é um elemento construtor do mindset, já que a análise e o espelhamento dos modelos mentais de pessoas próximas, como os familiares, ou de convívio obrigatório, como chefes em uma organização de trabalho, influenciam direta e indiretamente na maneira como o indivíduo lida com os fatores externos e desenvolve sua própria mentalidade.

Experiência pessoal

A experiência pessoal, que inclui elementos dos três pilares anteriores, de acordo com as situações vividas, dificuldades enfrentadas, estudos realizados, dentre outros fatores, que estão direta e indiretamente ligados a questões de raça, nacionalidade, credo, origem étnica, condição econômica e social, nível de educação, dentre outros, têm papel fundamental no desenvolvimento do mindset.

Segundo Conrado Adolpho, “o mindset é a última barreira que você precisa vencer para ter sucesso. Enquanto não vencer essa barreira, estará sempre no “quase”, mas nunca no “consegui”, sendo que as experiências são fatores que influenciam diretamente essa percepção, sendo fundamentais para diferenciar o mindset do profissional de sucesso de um fracassado.

Qual a diferença entre o mindset de um profissional de sucesso e o de um fracassado?

Quando se trata de profissionais de sucesso e profissionais que não atingiram seus objetivos, é possível classificá-los em uma série de categorias, mas a principal delas está na diferença entre seus mindsets.

Enquanto o profissional de sucesso apresenta modelo mental expansivo e pronto para enxergar os desafios como oportunidades, o profissional fracassado tende a encarar as situações negativas como limitadores e encontrar desculpas para não sair de sua zona de conforto.

Quais são as 5 práticas para mudar o mindset e superar as dificuldades mentais?

O mindset de sucesso, ao contrário do mindset fixo, exige que sejam tomadas decisões e executadas tarefas e ações para garantir que os pensamentos e crenças limitantes sejam evitados e substituídos por novas crenças e pensamentos que permitam superar as dificuldades mentais e desenvolver um modelo mental bem-sucedido.

De acordo com Conrado Adolpho, o mindset de sucesso pode ser aprendido e desenvolvido por meio de práticas e ações positivas e eficazes, que visam transformar velhos modelos mentais em novos mindsets direcionados para o sucesso.

Entenda algumas dessas práticas!

1. Encarar as adversidades como fator positivo

Em vez de considerar a adversidade como uma comprovação da incapacidade de superar obstáculos, encará-la como um fator positivo e de superação é um passo importante para a construção do mindset de sucesso. 

Nos diversos momentos nos quais a adversidade se coloca como um obstáculo para a conquista de algo importante, enxergar a dificuldade como um desafio a ser vencido, e não como uma barreira intransponível, é importante para conquistar resultados.

Isso significa ir além dos limites e realizar ações que antes pareciam impossíveis, já que isso releva capacidades que se pensava não ter e mesmo conhecer possibilidades que ainda estavam dormentes no indivíduo, abrindo novas possibilidades de sucesso.

2. Montar uma equipe

Desenvolver um mindset de sucesso também exige que o indivíduo aprenda a desenvolver laços de companheirismo, sendo importante criar ações conjuntas e construir equipes, tanto no aspecto profissional, quanto no aspecto pessoal.

Para atingir resultados maiores e conquistar objetivos de longo prazo, é importante contar com pessoas que acompanhem de perto as etapas a serem vencidas e que estejam focadas na obtenção dos mesmos resultados.

3. Descrever as emoções

Também é importante compreender as emoções e analisá-las de forma objetiva. Descrever e rotular as emoções sentidas reduz a atividade emocional que ocorre no cérebro, aumentando a atividade em áreas responsáveis pelo foco e consciência, tornando a compreensão dos sentimentos um processo mais racional e fático.

Rotular e descrever as emoções também permite entender padrões mentais negativos, de forma a separá-los das experiências vividas, o que permitirá compreender os pontos positivos de determinada situação, mesmo que ela não tenha apresentado os resultados esperados, garantindo que mesmo os fracassos sejam ferramentas para o sucesso.

4. Manter um diário de acontecimentos e experiências

Outra prática que auxilia na compreensão das adversidades e de uma análise lógica das situações está em manter um diário dos acontecimentos importantes e das experiências que marcam determinada situação ou aprendizado.

Além de auxiliar na compreensão dos fatores que geraram ou impactaram determinado resultado, manter esses fatores em um diário também permite que seja realizada uma análise consciente das situações, reduzindo as considerações emocionais e as atitudes tomadas por impulso.

5. Estabelecer hábitos positivos

A chave para deixar hábitos nocivos de lado está em desenvolver novos hábitos, mais positivos e saudáveis, que serão exercitados no lugar daqueles que se deseja eliminar. O cérebro humano funciona por meio de programação e, no desenvolvimento do mapa mental de sucesso, deixar os hábitos ruins exige que hábitos melhores sejam criados e fortalecidos diariamente.

Uma pessoa que deseja deixar o hábito do sedentarismo de lado, por exemplo, não pode simplesmente deixar de ser sedentária, mas sim deve adotar hábitos mais saudáveis, como a execução de exercícios com frequência, para que o primeiro seja suplantado pelo segundo.

Como é possível entender com os conceitos e práticas acima, é possível mudar o mindset e desenvolvê-lo de forma a superar as dificuldades mentais, influenciar na obtenção de resultados positivos e garantir sucesso pessoal e profissional, mudando a trajetória do empreendedor rumo ao destino que ele busca atingir.

Para compreender mais a influência de um mindset de sucesso na conquista de uma jornada profissional campeã, vale assinar nosso canal no YouTube. Acompanhe os vídeos e saiba mais sobre como desenvolver o mindset para conquistar seus objetivos.

segmentação de mercado

Segmentação de mercado: o que é e qual sua importância?

A segmentação de mercado traz algumas soluções fundamentais às empresas. Um especialista em marketing conhece e compreende o termo, sendo capaz de fornecer uma definição ampla, mencionando os aspectos geográficos, comportamentais e outros que devem ser considerados.

Entretanto, na prática, ao estabelecer um grupo-alvo para um produto específico, esses pontos acabam sendo, infelizmente, ignorados.

Isso compromete o desenvolvimento adequado das ações a serem desenvolvidas em um planejamento estratégico. A seguir, mostramos que essa definição pode ser curta, desde que seja, também, clara e sirva como um verdadeiro guia para que a sua empresa tenha um posicionamento claro, forte e consistente dentro do mercado de atuação.

O que é a segmentação de mercado?

Podemos definir a segmentação de mercado como a definição de um grupo de consumidores que compartilham certas características e apresentam necessidades e preferências semelhantes, reagindo da mesma forma diante de certos estímulos.

O marketing é responsável por identificar esses segmentos, e assim decidir qual deles interessa à empresa abordar. Por meio da segmentação, fica mais fácil identificar e selecionar o nicho de mercado.

Isso é ainda mais necessário à medida que a concorrência se acirra, propiciando as condições necessárias para que a empresa adapte as suas ofertas para atender às necessidades e dores dos potenciais clientes.

Entre as vantagens da segmentação de mercado, destacam-se:

  • encontrar oportunidades que ainda não tenham sido totalmente exploradas;
  • identificar o público-alvo;
  • identificar os principais concorrentes;
  • atender às expectativas do cliente, garantindo a sua fidelização;
  • distribuir os recursos de marketing de maneira mais eficiente.

Como a segmentação de mercado deve ser feita?

Para segmentar o mercado, você pode utilizar critérios baseados tanto nas características do consumidor quanto em seu comportamento. Para uma segmentação fundamentada nas características do consumidor, temos as seguintes variáveis:

  • geográficas (como país, região, município);
  • demográficas (como sexo, idade, estado civil);
  • socioeconômicas (como renda, ocupação, escolaridade);
  • psicográficas (como personalidade, estilo de vida).

Quanto aos critérios de segmentação baseados no comportamento do consumidor, eles podem ser delineados de acordo com:

  • o momento de utilização do produto e/ou serviço;
  • os benefícios buscados pelos consumidores;
  • os níveis de uso do produto;
  • o nível de fidelidade a uma marca;
  • a atitude em relação ao produto e/ou marca em questão;
  • o momento da compra.

Depois que o segmento tiver sido identificado, você poderá verificar se ele atende aos requisitos necessários para ser eficaz. Tais requisitos são:

  • a dimensão mínima do segmento (que depende dos objetivos da organização);
  • o potencial de compra dos clientes;
  • a viabilidade de dedicar esforços específicos de marketing a esse segmento;
  • acessibilidade, tanto no nível de comunicação quanto de distribuição;
  • conferir se é facilmente discernível de outros segmentos;
  • identificar se a empresa dispõe dos recursos materiais e humanos necessários para se direcionar ao segmento escolhido.

Uma vez que os segmentos que o interessam tenham sido escolhidos, você deve identificar em qual deles se encontra o seu público-alvo, composto pelos diferentes segmentos que a sua empresa está direcionando. Para tanto, é preciso considerar:

  • a atratividade do segmento, devido ao seu tamanho, potencial de crescimento ou existência de economia de escala;
  • risco potencial e o nível de investimento requerido;
  • adaptação do segmento aos objetivos gerais da empresa;
  • adaptação aos recursos materiais, humanos e financeiros da organização;

Dependendo dos segmentos selecionados e da forma de tratá-los, será decidida a estratégia a ser adotada, que pode ser diferenciada, indiferenciada e concentrada:

  • diferenciada: a empresa é voltada para um mercado, mas considera individualmente cada um dos segmentos que o compõe e direciona ações específicas do mix de marketing;
  • indiferenciada: a empresa atende todo o mercado, pois não consegue identificar segmentos ou estes não lhe parecem rentáveis;
  • concentrada: a empresa tem como alvo um ou vários segmentos de mercado. O perigo dessa estratégia é que a falta de uma adaptação rápida a eventuais mudanças no mercado pode levar a uma drástica redução nas vendas.

Qual a importância da segmentação de mercado e quais os benefícios para a empresa?

Após todas essas considerações, vale destacar precisamente qual é a importância real da segmentação de mercado para a sua empresa e quais os benefícios que ela pode alcançar.

Eficiência

Como tudo, os orçamentos de marketing são finitos. Logo, quanto melhor for realizada a segmentação, mais eficiente a sua empresa será na execução das ações planejadas.

Você poderá focar os seus investimentos e esforços em um conjunto reduzido de pessoas que estão, de fato, interessadas nos seus produtos, em vez de investir valiosos recursos em ações destinadas a alcançar toda a população, quando muitos consumidores, embora vejam a sua mensagem, não se mostrarão interessados em comprar.

Precisão

Quando o seu alvo estiver bem definido, você terá a oportunidade de conhecê-lo melhor e projetar campanhas pensando nos seus hábitos de consumo.

Dessa forma, você conseguirá impactar os clientes nos momentos e situações nas quais eles estiverem mais suscetíveis aos seus estímulos, obtendo insights precisos acerca dos elementos que podem fazer com que se identifiquem cada vez mais com a sua marca.

Design dos produtos

Até mesmo o design dos seus produtos deve girar em torno das necessidades do seu cliente. As embalagens e os elementos exteriores devem responder aos requisitos do público, e os serviços oferecidos devem se adaptar ao segmento que a sua empresa está buscando atingir.

Como você pôde constatar, a segmentação de mercado adequada é de suma importância para o sucesso do seu negócio. Nesse sentido, a armadilha para evitar é pensar que todos precisam dos produtos que você comercializa.

Não são raros os empresários que dizem algo como “meu produto pode ser usado por qualquer pessoa”. Mas, na realidade, até mesmo água pode ser segmentada. A despeito do fato de que todos os seres humanos precisam beber água, há diferentes segmentos que devem ser considerados.

Um atleta, por exemplo, usa uma garrafa de 650 ml, com uma tampa especial que o permite beber durante a corrida. Uma família compra cinco galões para ter um fornecimento de longo prazo, para beber e cozinhar por vários dias.

Clientes de alto nível socioeconômico tendem a preferir garrafas biodegradáveis, com água pura e cristalina, direto da nascente e que custam duas ou três vezes mais que as outras.

Esses exemplos, embora simples, indicam que o êxito do seu planejamento dependerá, em grande medida, da correta segmentação de mercado — um ponto básico para o marketing e que agrega muito valor a cada decisão tomada na sua empresa.

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marketing de conteúdo

Você conhece o poder do marketing de conteúdo para sua empresa?

Presente no dia a dia de pequenas e grandes empresas, o marketing digital passou de uma tendência para uma necessidade real em todos os tipos de negócio que desejam se manter relevantes atualmente. E, dentro das estratégias de marketing digital, o marketing de conteúdo é um dos pilares que mais se fortaleceram.

Voltado a educar e conscientizar o público, esse tipo de marketing é utilizado para entregar valor ao potencial cliente, criar vínculos e levá-lo até a decisão de compra do produto ou serviço oferecido pela empresa. No entanto, muitas empresas ainda não exploram corretamente essa poderosa ferramenta em suas estratégias.

Explicamos agora o que é marketing de conteúdo, como ele funciona e quais seus benefícios para os resultados de sua empresa. Confira!

O que é uma estratégia de marketing de conteúdo?

Podemos definir o marketing de conteúdo como uma estratégia de engajamento. Ele tem por objetivo expandir sua rede de potenciais clientes e fidelizar os já existentes, por meio da criação de conteúdo relevante e de valor para a persona. Isso significa que, por meio do conteúdo oferecido por sua empresa, você consegue atrair, envolver e gerar valor para as personas. Assim, valoriza sua marca e, consequentemente, fecha mais negócios.

Uma das diferenças entre essa estratégia de marketing digital e o modelo tradicional é que, no segundo caso, a prática é um tanto invasiva. Ou seja, não permite que a pessoa decida se quer ou não consumir os materiais — como comerciais de TV, anúncios de rádio ou televisão ou mesmo outdoors e outras mídias similares.

Já o marketing por meio do conteúdo não é focado diretamente na venda de determinado produto ou serviço, mas sim em oferecer informação valiosa para quem o lê. A venda, nesse caso, é uma consequência.

Como funciona o marketing de conteúdo?

Essa estratégia se baseia em quatro pilares principais:

  1. atrair visitantes por meio de conteúdo relevante;
  2. converter os visitantes em leads (potenciais clientes), com o uso de formulários de contato;
  3. vender o produto ou serviço que sua empresa oferece e que seu lead está interessado;
  4. encantar o cliente com conteúdo selecionado e oferecido após a venda, a fim de torná-lo um divulgador de sua marca e de fortalecer a sua relação com ele.

É possível dizer que o marketing de conteúdo funciona de forma reversa ao marketing tradicional. No primeiro, você entrega conteúdo relevante à persona, que encontra respostas para dúvidas e problemas. Depois, oferece o produto ou serviço mais alinhado com a fase da jornada de compra em que ela está, o que aumenta as chances de conversão em venda.

Já no segundo, o produto é oferecido desde o primeiro momento, de forma indiscriminada e generalizada. Além do mais, o contato é mais impessoal e genérico, e não dá para avaliar quais os passos do conhecimento do cliente até a compra.

Quais os benefícios dessa estratégia?

O marketing de conteúdo pode trazer uma série de benefícios para a sua empresa. Entre eles:

  • economizar com estratégias de marketing tradicionais;
  • ter um contato mais próximo com o cliente;
  • aumentar a visibilidade e a autoridade da sua marca no mercado;
  • garantir mais tráfego ao seu blog/site;
  • reduzir os custos de aquisição de clientes;
  • aumentar as vendas;
  • aumentar seu ticket médio, por meio da personalização da oferta de venda e da fidelização do cliente.

Como aplicar essa estratégia?

Agora que você já entendeu melhor o que é marketing de conteúdo, como ele funciona e também alguns de seus benefícios, chegou o momento de aprender como aplicá-lo na estratégia de marketing da sua empresa. Confira!

Blogs

Os blogs são utilizados por grande parte das empresas que apostam em estratégias de marketing de conteúdo. As postagens em blogs são ferramentas bastante populares dentro do marketing digital e podem ser utilizadas em todas as etapas do funil de vendas.

Vale salientar que não existe um formato padrão para conteúdos de blog nesse tipo de estratégia. Até porque, para serem eficientes, deve-se levar em conta o mercado, a etapa do funil de vendas e o tipo de persona. A partir desse entendimento, são escolhidos os formatos, os conteúdos e a linguagem mais adequados.

Vídeos

O vídeo é um dos formatos de conteúdo mais populares da atualidade. Com o acesso crescente a planos de internet, que permitem o consumo facilitado desse tipo de mídia, a tendência é que ele se fortaleça ainda mais nos próximos anos.

O marketing em vídeo é uma ótima forma de disseminar ideias, apresentar soluções para problemas e dúvidas da persona e até mesmo esclarecer questionamentos a respeito dos produtos ou serviços oferecidos por sua empresa. Inclusive, muitas vezes é o tipo de conteúdo mais acessível na estratégia de marketing digital.

Redes Sociais

Não se pode dissociar as redes sociais das estratégias de conteúdo, afinal, elas são ferramentas poderosas de publicação e de disseminação do conteúdo produzido. Aqui, não nos referimos apenas aos materiais feitos especificamente para elas (como nos Stories para Instagram e Facebook), mas também aos de outras mídias, como blogs, canais do YouTube, dentre outros.

É importante que o uso das redes sociais esteja alinhado com o planejamento de marketing de conteúdo. Nesse sentido, a empresa deve escolher aquelas que mais se encaixam na proposta e prestar atenção à linguagem adotada em cada uma delas, para que possa dialogar com a persona de modo eficiente.

Qual a relação do marketing de conteúdo com os 8Ps do marketing?

Como você deve ter percebido, o marketing de conteúdo utiliza os conceitos tradicionais do marketing e os aplica em novos formatos, por meio de conteúdos não-invasivos e que educam a persona. Por isso, é possível relacionar os 8Ps do marketing às estratégias de conteúdo da sua empresa e usá-los para aumentar seus resultados.

Por desenvolver uma metodologia eficiente para a estratégia de marketing da sua empresa, aplicar os 8Ps no marketing de conteúdo permite facilitar e melhorar não só o processo, como também os resultados obtidos por meio dos conteúdos.

Como vimos, implementar uma estratégia inteligente de marketing de conteúdo é um passo importante para alavancar os ganhos da sua empresa. Além de potencializar sua visibilidade online, ainda educa sua persona, alinha as expectativas de compra e fideliza seu cliente. Sem contar que apresenta um excelente custo-benefício, mesmo para as pequenas empresas.

Quer continuar aprendendo sobre estratégias de marketing? Então, veja agora o que são e como usar os 8Ps do marketing em sua empresa!