Skip to main content
contratar empreendedores

Como posso contratar empreendedores para a minha empresa?

Sem dúvida, um dos grandes pilares de qualquer organização está na qualidade de sua equipe profissional. Nesse sentido, contratar empreendedores e mantê-los engajados ao longo do tempo é crucial para o sucesso do seu negócio.

A seleção de colaboradores não deve levar em consideração apenas o seu potencial, suas qualidades, sua capacidade de trabalhar em equipe etc.

Se você acredita no seu negócio e deseja contar com empreendedores que realmente contribuam para alavancar os resultados, então, continue conosco. Boa leitura!

Busque paixão pela empresa

A atitude de comprometimento com a organização deve ser o elemento prioritário ao contratar empreendedores, superando, até mesmo, suas capacidades técnicas.

Afinal, é mais fácil ensinar alguém a fazer algo do que convencê-lo a querer fazer.

Um profissional que almeja aprender continuamente, se esforçar e se envolver com a empresa vale ouro. Para os demais aspectos, é possível oferecer treinamentos adicionais e apoio prático para o desenvolvimento de competências que o candidato, em um primeiro momento, não demonstre ter.

Embora o conceito de “melhor” ou “pior” seja altamente subjetivo e varie de acordo com diferentes conjuntos de habilidades e competências, é altamente recomendável contratar alguém que o complemente e forneça o que a sua empresa precisa.

Ao se decidir como contratar empreendedores, tenha em mente que você não pode controlar sozinho todos os aspectos da sua organização.

Logo, é necessário cercar-se, tanto quanto possível, de uma equipe que articule diferentes qualidades, de modo que a reunião de seus membros seja comparável ao de uma excelente orquestra: harmoniosa e repleta de boas vibrações.

Conheça os erros do passado

Todos nós passamos por más experiências no trabalho.

Todavia, quando o candidato em questão apresentar um histórico negativo que aponte que ele saiu “pela porta dos fundos” de várias empresas, temos um forte indício de que o problema reside em sua atitude e comportamento, refletindo em sua convivência diária.

Nesses casos, é preferível optar por profissionais afeitos ao diálogo e que tendem a resolver quaisquer problemas internamente e a partir de uma conversa franca, em vez de introduzir em sua equipe um membro que pode comprometer a comunicação e criar um ambiente de trabalho ruim.

Uma atitude negativa se espalha como a gripe. Se permitir que ela adentre sua organização, afetará toda a equipe. De modo similar, boas atitudes também se alastram e, nesse contexto, a prática mais racional é sempre procurar pessoas positivas e otimistas.

Se o candidato apresenta várias reclamações de seus antigos empregadores e você o aceitar, terá grandes chances de ser o próximo alvo de suas lamentações.

Analise sua capacidade

Um currículo acadêmico brilhante servirá pouco se o candidato for governado pela “lei do esforço mínimo”. Cada tarefa deve estar associada a algumas metas ou desafios mínimos a serem cumpridos.

Se o profissional que você está avaliando não for capaz não se mostrar capaz no período experimental, dificilmente, estará à altura das futuras adversidades.

Opte por pessoas com senso de humor

Na maioria das ocasiões, é melhor trabalhar com pessoas que contribuem para gerar uma boa atmosfera, que são positivas e estimulam o companheirismo no dia a dia. Chegar ao escritório com um sorriso no rosto é algo contagiante.

Além disso, a contratação de profissionais competentes e com senso de humor ajudará você a melhorar os fluxos de trabalho e, também, a transmitir esse espírito de positividade e otimismo aos demais colaboradores.

Verifique o encaixe do perfil com os valores da sua empresa

Cada pessoa tem o potencial de se destacar, pelo menos, em uma determinada competência, tanto pessoal quanto profissionalmente.

Lembre-se disso ao decidir contratar empreendedores, considerando em que medida o perfil do candidato se encaixa com os valores da sua empresa.

Para isso, é imprescindível ter uma declaração de missão bem definida, de modo que os novos contratados entendam, desde o primeiro dia de trabalho, como eles podem contribuir para que a organização atinja seus objetivos estratégicos.

Ao procurarem candidatos com o perfil condizente aos valores de suas organizações, muitos empresários cometem o equívoco de contratar inadvertidamente parentes ou amigos.

Embora exista a possibilidade de que um amigo venha a se tornar o seu melhor funcionário, a experiência demonstra que, na maioria das vezes, eles acabam se tornando os piores e com uma desvantagem adicional: são difíceis de descartar.

Quando se trata de membros da família, você deve ser ainda mais cauteloso. Se, mesmo assim, você decidir correr o risco, assegure-se de informar, logo de cara, quais são as regras do jogo e as suas expectativas.

É de suma importância tratá-los exatamente da mesma forma que os demais colaboradores, evitando conceder-lhes prerrogativas de qualquer natureza.

Teste os candidatos com situações reais

Há certas ocasiões em que a obtenção de boas referências ou a realização de uma entrevista brilhante não significam nada.

É por isso que o ideal é utilizar períodos de teste para verificar se o candidato, de fato, tem as características distintivas de um bom empreendedor.

Há uma enorme diferença entre o que um profissional fala a respeito de si mesmo e aquilo que ele efetivamente realiza.

Portanto, reduza a incerteza inerente à sua decisão por meio de testes concretos, simulações realistas e solicitações objetivas ao candidato, sempre que isso for possível.

Certamente você recebeu inúmeros currículos de profissionais em busca de uma oportunidade. Reserve algum tempo para avaliá-los e mantenha aqueles que considera interessantes, independentemente da disponibilidade e/ou quantidade de vagas no atual momento.

Pode ser que, em futuras oportunidades, essa lista o salve de algum apuro. Não perca de vista os candidatos que quase foram selecionados. Para fazer isso, recorra a um bom banco de dados.

Não permita que o excesso de ruído, ou a falta dele, impeça que você identifique um bom profissional. Há candidatos que se vendem muito bem, embora não sejam tão eficientes quanto querem fazer crer; e aqueles que são tímidos, mas têm muito a contribuir para a organização.

Ao contratar empreendedores, demonstre interesse genuíno por cada profissional que conhecer no processo de seleção e aprofunde-se em todos os aspectos que puder para descobrir seu verdadeiro caráter e suas habilidades técnicas.

Gostou do nosso artigo? Se você está considerando se lançar no empolgante mundo dos negócios, não perca a oportunidade de conferir 5 excelentes dicas para quem quer começar a empreender!

planejamento estratégico

Planejamento estratégico: veja sua relação com os 8ps do marketing

Você gostaria que os seus clientes não sumissem e que você pudesse atingir o ponto de equilíbrio de vendas o mais rápido possível? Talvez você não saiba, mas um planejamento estratégico bem desenvolvido pode influenciar nisso.

O planejamento estratégico é uma das tarefas mais importantes para uma empresa e deve ser monitorado de tempos em tempos para melhorar a performance do negócio. Além disso, a junção desse conceito com os 8Ps do marketing pode influenciar bastante nos resultados.

Duvida que isso seja verdade? Então acompanhe a leitura e confira este guia completo sobre as principais informações a respeito do assunto!

O que é planejamento estratégico?

Vamos supor que você tenha uma grande afinidade com futebol e queira assistir de perto a Copa do Mundo de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

Obviamente, você terá que organizar a sua vida a fim de conquistar essa meta para os próximos 8 anos, ou seja, precisará ver os custos com passagens, a hospedagem, os ingressos, o que consumirá nos países e assim por diante.

Esse tipo de análise é absolutamente comum para qualquer coisa que você queira colocar em prática, inclusive no que diz respeito ao seu negócio. Basicamente, o planejamento estratégico é a capacidade de se antecipar a um cenário futuro e optar pelas melhores escolhas para conquistar o objetivo definido.

Normalmente o planejamento estratégico parte do topo da pirâmide organizacional, cabendo aos sócios e diretores a função de estipular o que será melhor para a empresa, como será feito e em quanto tempo. O pensamento no longo prazo é primordial para desenvolver um ambiente sólido e de acordo com as pretensões do negócio.

Por mais que esse conceito remeta a uma abordagem clássica da teoria geral da Administração, o princípio ainda é o mesmo no que se refere a potencializar a eficiência nos processos executados. As ações são passadas para os demais setores, e em cada departamento cabe aos líderes conduzirem as ideias lançadas para que os produtos ou serviços tenham a qualidade esperada.

Ainda convém lembrar que, quando se pensa em planejamento estratégico, é preciso analisar algumas situações básicas, tais como o valor que as suas soluções agregam aos clientes, o tipo de público que atende, quais são os canais necessários etc.

Além disso, a cultura e o clima organizacional também exercem um papel importante nessa equação, pois podem impactar diretamente nas decisões realizadas.

Por que o planejamento estratégico é importante?

Uma empresa que não tem a mínima noção de onde pretende chegar pode ser comparada a um avião sem um plano de voo. O planejamento estratégico é o que impulsiona o negócio para inovar constantemente, afinal, quem não se adapta às mudanças acaba estagnando pelo caminho.

Independentemente do tipo de negócio que você tenha, lembre-se de que essas diretrizes de organização norteiam os passos para tornar a empresa diferente das concorrentes. Muitos gestores se perguntam como aumentar as vendas, mas às vezes nem se dão conta de que o problema é muito mais simples de resolver do que aparenta ser.

Quando há um planejamento estratégico estruturado, a tendência é que a comunicação seja mais clara — entre os colaboradores ou mesmo em relação aos clientes. Tendo como base uma proposta de trabalho bem definida, o fator motivação entra em vigor e as pessoas se sentem mais conectadas e dispostas a prestar um bom serviço.

Se os propósitos da empresa estão alinhados, torna-se natural o fortalecimento da marca e o público começa a reconhecer que as suas soluções são referência de mercado. Ao estabelecer exatamente o caminho que pretendem trilhar, os gestores conseguem identificar possíveis ameaças e aproveitar as oportunidades que surgem.

Tendo isso em vista, o ambiente fica muito mais sinérgico e orientado para alcançar resultados expressivos, sendo que é importante ter uma avaliação minuciosa para achar os caminhos mais seguros. Talvez você não tenha reparado ainda, mas são ações como essas que proporcionam a tão desejada vantagem competitiva.

Vale mencionar também que um planejamento eficaz protege a sua empresa de quaisquer imprevistos que possam ocorrer, afinal, neste momento de instabilidade política em que vivemos, isso faz toda a diferença.

Do mesmo modo, uma estratégia bem desenvolvida influencia no orçamento organizacional e faz com que os recursos sejam explorados de forma correta para que haja retorno sobre o investimento aplicado.

Como elaborar um bom planejamento estratégico?

Ao tomar as ações necessárias para o negócio deslanchar, é fundamental se amparar em análises concretas, pois elas servirão de parâmetro para executar as devidas providências. Partindo desse princípio, veja esta lista com 6 ferramentas essenciais de planejamento estratégico:

1. Análise SWOT

Não há como pensar em planejamento estratégico sem olhar para as questões pertencentes aos ambientes interno e externo da empresa. Por isso, a análise SWOT tem os requisitos necessários para proporcionar um diagnóstico completo a respeito do que é preciso colocar em vigência no negócio.

A sigla em si corresponde aos termos em inglês que representam as forças, as fraquezas, as ameaças e as oportunidades. Tendo essas informações previamente organizadas, a tomada de decisão se torna mais efetiva, até mesmo para minimizar os riscos e elevar as chances de sucesso.

2. Matriz Ansoff

Talvez uma das maiores falhas de alguns gestores — que se perdem e não sabem como ser um empresário de sucesso — é ter a noção do tempo exato para arriscar. Essa linha tênue entre o novo e o que já existe transforma o raciocínio acerca dos negócios e pode apresentar fatores preponderantes para um disparo nas vendas.

Com isso, a Matriz Ansoff pode dar um respaldo interessante ao seu portfólio de produtos com relação a 4 aspectos de análise:

  1. entrar em um mercado existente para fidelizar os clientes;
  2. desenvolver um novo produto para identificar outras preferências do público;
  3. desenvolver um novo mercado para conquistar outros clientes;
  4. diversificar os produtos para conquistar novos nichos de mercado.

Esse tipo de diagnóstico contribui muito para obter as informações necessárias do seu negócio, a fim de incrementar as devidas alterações nos produtos. Inclusive, refletir sobre essa questão faz com que a empresa vislumbre novos patamares e possa crescer com processos bem definidos.

3. Matriz BCG

Há situações em que a empresa se vê em um verdadeiro labirinto, sem saber o que fazer com os produtos que não estão projetando bons resultados. Para isso, a metodologia gráfica da matriz BCG dispõe de uma linguagem de fácil entendimento para apurar as prioridades do seu negócio.

Assim como as ferramentas anteriores, a matriz BCG é composta por 4 quadrantes:

  1. vaca leiteira — produtos com participação de mercado alta e crescimento baixo;
  2. estrela — produtos com participação alta e crescimento significativo;
  3. interrogação — produtos com alto crescimento e baixa participação;
  4. abacaxi — produtos com baixo crescimento e participação irrelevante.

Contudo, as informações colocadas nos quadros servirão para comparar os produtos e identificar se ainda resta um potencial de venda. A partir dos resultados apontados, é possível reposicionar os investimentos e, consequentemente, dar uma sobrevida ao estágio de maturidade do produto.

4. As forças de Porter

Se você compreendeu bem o conceito das demais análises, chegou a hora de aprofundarmos um pouco mais nessa questão e gerarmos um entendimento ampliado sobre o micro e o macroambiente.

Michael Porter, autor de vários livros a respeito das estratégias de competitividade, desenvolveu um modelo de avaliação que instiga as empresas a pensarem melhor antes de tomarem uma decisão.

Basicamente, com esse modelo é possível identificar os pontos que podem facilitar ou dificultar o seu plano estratégico. Isto é, ao verificar fatores como rivalidade, poder de barganha, ameaças de novos produtos e a possibilidade de novos concorrentes, sua empresa consegue se preparar melhor e moldar o negócio de acordo com as situações que se apresentam.

5. Modelo de negócio Canvas

Dentro das metodologias de planejamento estratégico, talvez uma das que mais impactam os resultados da empresa seja o Canvas, pois é possível ter uma visão completa das etapas realizadas. Pode parecer algo meio rígido, mas se você não souber o que quer vender, para quem, como fazer e o quanto receberá por isso, provavelmente o seu negócio está fadado ao fracasso.

O Canvas é dividido em 9 espaços que correspondem aos lados emocionais e racionais da organização, sendo uma parte voltada para o marketing, outra para o planejamento em si e uma terceira especialmente para finanças. Ao representar graficamente os processos do seu negócio, é possível detalhar as ações futuras e verificar o que falta para começar a empreender de verdade.

6. Design Thinking

Em um mercado acirrado, não resta outra saída senão criar formas inovadoras para sair de um oceano vermelho de predadores e chegar a um oceano azul de lucratividade. No entanto, para que isso ocorra com maestria, é preciso avaliar diversos aspectos, principalmente no que se refere ao comportamento das pessoas.

O Design Thinking tem o propósito de observar e compreender as culturas, experiências e os pensamentos humanos para compor produtos ou serviços que supram realmente as necessidades da sociedade. Da etapa de imersão até a prototipação, torna-se imprescindível estudar os problemas encontrados e criar soluções que façam os consumidores se atraírem pelo que você oferece.

Qual é o passo a passo?

A princípio, você precisa elaborar as diretrizes organizacionais e determinar a missão, a visão e os valores do seu negócio, ou seja, a postura ideológica que definirá onde a empresa pretende chegar. Todavia, é preciso levar em consideração as normas e políticas empregadas para estruturar as bases da empresa.

Em seguida, a análise dos ambientes internos e externos servirá para você ter uma noção exata do lugar que está pisando para tomar as respectivas medidas. Com isso, a tendência é que você arrume os pontos fracos para aumentar o lado forte, a fim de aproveitar as oportunidades e contornar as ameaças com tranquilidade.

A determinação de um objetivo está lado a lado com a escolha do ramo de atividade, as ações corporativas para colocar o negócio em funcionamento e o escopo das operações aplicadas ao processo. Lembrando que é de suma importância identificar as melhores parcerias e pesquisar a fórmula de sucesso dos principais concorrentes.

Vale ressaltar que a segmentação do público tem enorme relevância nesse passo a passo, principalmente no que se refere ao marketing digital, visto que as chances de entregar conteúdos que geram engajamento serão maiores.

Inclusive, o desenvolvimento de personas pode direcionar as atitudes da empresa, tendo em vista as preferências e os aspectos comportamentais de uma audiência ideal.

Contudo, não basta apenas ter ótimas ideias, aplicá-las e deixá-las de lado posteriormente. É preciso monitorar os resultados alcançados para identificar possíveis erros e acertos durante a jornada. Esse feedback será essencial para o aprendizado corporativo e para a qualificação das ações futuras.

O que são os 8Ps do marketing?

De uma maneira geral, os 8Ps do marketing servem para tornar as estratégias clássicas do mix de marketing mais acessíveis e correspondentes ao atual cenário que vivemos no mundo.

É uma metodologia desenvolvida por Conrado Adolpho, um empreendedor de vasta experiência na área de vendas e que, por meio dos 8Ps, encontrou uma maneira de direcionar as carreiras dos pequenos e médios empresários nacionais.

Hoje em dia, no que se refere ao marketing digital, não basta ter presença online, é preciso produzir conteúdos relevantes, que influenciem o poder de compra da sua audiência. Para que você entenda mais sobre o assunto, veja o que significam as 8 técnicas de forma simples:

1. Pesquisa

A primeira etapa dessa jornada em busca do sucesso tem como missão identificar o perfil ideal de cliente que a empresa pretende atender, analisando suas necessidades, seus comportamentos e suas possíveis objeções. Você deve conhecer o seu público-alvo para fornecer soluções relevantes e, consequentemente, estar à frente da concorrência.

2. Planejamento

A partir do momento que você já tem noção de quem se interessaria pelo seu negócio, chega a hora de esquematizar o funil de vendas para disponibilizar as ofertas de acordo com o estágio em que o consumidor se encontra na jornada de compra. É no planejamento que você representará o que será preciso para fisgar o cliente e torná-lo fiel à marca.

3. Produção

Sabendo os tipos de pessoa que vão se interessar pelos seus produtos ou serviços e tendo o escopo de ofertas bem planejado, entra a parte de produção desse conteúdo para engajar a audiência. Independentemente disso acontecer por meio de blog posts, vídeos, infográficos, e-books ou qualquer outra fonte, você precisa adequar os conteúdos à linguagem da empresa e aos objetivos traçados lá no começo da sua estratégia.

4. Publicação

Nesse estágio você precisará tornar público o conteúdo produzido, até mesmo para que consiga dar prosseguimento às demais etapas e verificar a receptividade do que planejou até então. Para tanto, escolha os canais de comunicação que mais tenham a ver com a sua proposta de negócio e fale a mesma língua do seu público.

5. Promoção

Por mais que as informações publicadas sejam fantásticas, elas não vão converter em vendas sozinhas. Por isso, você deve promover o que desenvolveu para gerar autoridade e influenciar o poder de decisão do público ao agregar valor ao seu produto ou serviço por meio de conteúdo relevante.

6. Propagação

Embora a viralização do conteúdo esteja diretamente ligada a uma ação do público, ela pode muito bem ser induzida pela sua empresa. Ao prestar um atendimento de qualidade e entregando muito mais do que se espera, as chances da sua audiência propagar a oferta disponibilizada são muito grandes.

7. Personalização

A partir da resposta do público sobre a sua oferta, seja ela positiva, seja ela negativa, você precisa adequar as informações recebidas para tornar a sua estratégia cada vez mais coerente com o nicho em que atua. Portanto, conforme o feedback recebido das ações anteriores, você consegue moldar a sua tomada de decisão e entregar ofertas melhores para a audiência.

8. Precisão

Por fim, a mensuração dos dados coletados lhe trará os comandos necessários para decolar a aeronave das vendas e, assim, alçar voos mais altos no marketing. Tendo em mãos os resultados obtidos, você consegue identificar onde se torna mais rentável o investimento e o que precisa modificar com urgência, transformando significativamente a sua gestão.

Por que os 8Ps do marketing devem ser utilizados?

Sabemos que você acredita fielmente no seu negócio, mas só isso não será o suficiente se não tiver métodos práticos para agir. Os 8Ps do marketing dão margem para que o seu empreendimento expanda de maneira natural e com apenas alguns ajustes pontuais para adequar as suas metas ao mercado.

Uma das principais vantagens quando olhamos com mais atenção para o marketing digital é a redução dos custos, visto que uma campanha bem desenvolvida no ambiente virtual pode engajar muito mais do que um comercial de TV, por exemplo.

Mesmo que você opte por anúncios patrocinados, os gastos com isso são irrelevantes se compararmos com o marketing tradicional.

Caminhando junto ao custo-benefício está o tempo de lançamento dos conteúdos, pois se a estratégia estiver de acordo com o funil de vendas estipulado, a probabilidade de conversão de visitantes no seu site para leads qualificados é enorme. Isso faz com que as oportunidades de vendas sejam potencializadas e as receitas possam se multiplicar gradativamente.

Vale mencionarmos que a utilização dos 8Ps também colabora com a comunicação da empresa, seja ela externa, seja ela interna. Inclusive, esse é um ponto importantíssimo para gerar confiança na audiência e a motivação necessária entre os colaboradores, visto que, quando há uma proposta clara sobre determinado assunto, o entendimento é melhor e isso reflete na percepção das pessoas.

Ainda convém lembrarmos que é possível gerar mais interatividade entre o público e a empresa, fazendo com que a presença de mercado seja maior e haja um alcance global de suas ofertas — sendo que a fidelização da sua base de contatos será um dos ingredientes principais na receita de sucesso para obter resultados de longa duração.

É uma estratégia que requer disciplina e foco, mas possibilita que empresas de pequeno e médio porte possam brigar, em muitas oportunidades, de igual para igual com grandes corporações. Sem contar que, em tempos de ciência de dados, a metodologia dos 8Ps ajuda a expandir as informações que recebe da sua audiência, a fim de fazer ofertas irresistíveis.

De que forma podem otimizar a estratégia?

Embora a teoria seja muito interessante, compreendemos que você quer soluções práticas para arregaçar as mangas e aplicar o que aprendeu. Para começarmos, no que se refere à pesquisa, lembre-se de verificar as principais informações que podem beneficiar o seu negócio, tais como o levantamento de palavras-chave, os critérios de ranqueamento no Google, as análises de ambiente etc.

No planejamento, você deve posicionar as suas ações para configurar as estratégias em todas as frentes possíveis, desde que estejam de acordo com a proposta do negócio. Com isso, vale verificar a situação do domínio e da hospedagem do site, a definição de KPIs para a estratégia, a criação de um layout responsivo e as demais situações inerentes a esse estágio.

As publicações precisam ser originais, pois se houver cópias de textos de terceiros, isso pode minar consideravelmente a credibilidade do seu trabalho. Se possível, aposte em elementos de persuasão para engajar o público, como os gatilhos mentais de autoridade, prova social, escassez e reciprocidade.

Embora as empresas estejam cansadas de saber o que é um anúncio, muitas não entendem que não é preciso oferecer ao público propagandas maçantes. Por isso, se o conteúdo for relevante, a promoção das suas soluções será constante e de maneira orgânica, podendo alcançar um potencial incrível nas postagens patrocinadas.

Se for bem utilizada, a propagação é um dos 8Ps mais poderosos que existe, pois pode aumentar o seu alcance de forma espontânea e elevar o valor percebido da marca. A utilização de chamadas de ação para estimular os comentários e o compartilhamento nas redes sociais, por exemplo, são excelentes maneiras de aproveitar esse método.

Já com relação à personalização, é interessante você pegar todos os feedbacks possíveis para desenvolver conteúdos cada vez mais atraentes para o público, sendo que o uso de e-mail marketing, por exemplo, colabora bastante para a nutrição dos leads. Na precisão, você deve visualizar todos os dados que possam nortear as suas estratégicas para que a distribuição dos recursos financeiros seja eficiente.

Qual é a relação entre os 8Ps do marketing e o planejamento estratégico?

Tendo em mente os conceitos de planejamento estratégico e dos 8Ps de marketing, não é muito difícil observar que eles se complementam, certo? Um empreendimento funciona como a construção de uma casa, ou seja, precisa das fundações sólidas para que os demais serviços possam ser implementados na obra.

No marketing digital, se o planejamento está de acordo com as diretrizes desenvolvidas e as metas estipuladas, fica muito mais simples formular as estratégias no decorrer do percurso. Isso favorece a empresa e faz com que o seu negócio tenha a visibilidade, o reconhecimento e a credibilidade que todos gostariam.

Portanto, se você quer maximizar o número de vendas e alcançar resultados expressivos, vale considerar a mescla das ferramentas de planejamento estratégico com a metodologia de 8Ps.

Gostou dessas informações a respeito do planejamento estratégico em relação ao marketing digital? Quer conhecer outros conteúdos que temos? Então aproveite a visita ao blog e assine a nossa newsletter para acompanhar as novidades!

ROI de marketing

Você sabe o que é ROI de marketing? Confira o que é e como calculá-lo

O ROI de marketing é o indicador responsável pelo cálculo econômico que demonstra o resultado da estratégia de marketing implementada pela sua organização. Quando você finaliza suas ações em uma campanha, é preciso mensurar os resultados e a lucratividade obtida — e é justamente para esse fim que utilizamos essa ferramenta.

Parâmetros como nível de tráfego, cliques ou curtidas ajudam a medir a repercussão das iniciativas adotas em termos de interesse. Todavia, quando se trata de resultados econômicos, é o ROI que deve ser empregado.

Pensando nisso, abordamos, ao longo deste artigo, as principais informações acerca desse indicador, bem como a importância de acompanhá-lo e como ele deve ser calculado em sua empresa. Boa leitura!

O que é ROI de marketing e como ele funciona?

A sigla ROI é um acrônimo da expressão inglesa “Return on Investment” (Retorno sobre o Investimento, em tradução livre). Trata-se de um indicador econômico amplamente utilizado no mundo financeiro para analisar a rentabilidade, bem como os ganhos e as perdas de marcas e empresas.

O ROI pode ser considerado, então, como uma ferramenta tanto de mensuração quanto de avaliação, à medida que informa, de maneira simples e direta, qual o valor econômico que você obteve como resultado de investir na realização de ações concretas. 

Dito de outra forma, é possível determinar quanto dinheiro foi ganho de cada real investido. Sendo tão útil, é utilizado, também, para qualificar a gestão de uma organização, fundamentar operações de compra e venda de empresas etc.

No que se refere especificamente ao marketing, a possibilidade de utilizar dados-chave para monitorar o desempenho dos profissionais e das atividades desenvolvidas garante que você consiga saber por que determinadas ações foram mais ou menos lucrativas e benéficas para o seu negócio. Nesse caso, a fórmula é muito simples:

  • ROI de marketing = (lucro – investimento) / Investimento em marketing.

Desse modo, temos a rentabilidade de todas as ações de marketing realizadas por uma empresa. Entretanto, podemos reduzir um pouco o nível para medir com mais detalhes. Para isso, você pode substituir a palavra “marketing”, por “Facebook Ads”, “campanhas do Google Adwords”, “publicações no Pinterest”, em suma, quaisquer ações que deseje mensurar.

Todavia, lembre-se de não confiar apenas nesses dados, mas analisar todo o contexto, pois até mesmo uma campanha com um ROI negativo pode ser positiva em determinadas condições.

Considere o seguinte exemplo: digamos que o ROI de uma campanha que fizemos no Facebook Ads para um produto específico foi negativo, mas essa campanha gerou um alto volume de tráfego para o site da empresa.

Assim, seguimos esse tráfego com campanhas de remarketing e, assim, obtivemos uma elevação na taxa média de conversões. Desse modo, mesmo as ações que, em um primeiro momento, obtiveram um ROI negativo, mostraram-se positivas a médio prazo.

Por que é importante acompanhar o ROI de marketing?

Uma vez que o objetivo principal consiste em aumentar as vendas de seus produtos, o acompanhamento do ROI deve estar relacionado com o ciclo de vendas (prospects, leads, oportunidades e fechamento) e o mercado-alvo no qual você deseja concentrar a sua estratégia de marketing. Sendo assim, entre os benefícios de acompanhar o ROI de marketing, destacam-se:

Fundamentar o processo de tomada de decisões

Quando pensamos em realizar uma estratégia de marketing, podemos considerar diferentes alternativas. Realizar uma campanha baseada em marketing de saída, marketing de entrada ou, até mesmo, ambos em paralelo.

Para tomar uma decisão informada, aspectos como as características do produto e especificidades do nicho em questão são fundamentais. Nesse contexto, o ROI das ações que você estiver pensando em colocar em prática dará a visão definitiva de qual campanha é a mais adequada.

Aproveitar integralmente os recursos disponíveis

Similarmente, acompanhar o ROI de marketing permite avaliar os benefícios de usar recursos internos ou contar com ajuda especializada em gerar novas demandas. Trata-se, portanto, de levar em conta se você incorrerá em custos fixos ou variáveis que se ajustam e escalam de acordo com as necessidades atuais e futuras do seu negócio.

Lançar novos produtos

O ROI é, também, um indicador importante para determinar a viabilidade de lançar um novo produto ou explorar um segmento de mercado mais atual, auxiliando você a conhecer a margem de lucro obtida em cada venda e, logo, ajudando a precificação.

Fazer a correção de desvios

Acompanhar o ROI de marketing não serve apenas para tomar decisões sobre qual campanha é mais apropriada em cada momento. Uma vez que você tenha começado a executá-la, poderá conhecer melhor os desvios do objetivo inicial e realizar as correções necessários. Outros motivos incluem:

  • ao não fazer esse acompanhamento, você não saberá qual das várias possibilidades de investir os seus recursos é capaz de oferecer o melhor retorno;
  • melhorar a previsibilidade das operações, isto é, ter ciência do que deve ser feito para obter mais com menos;
  • monitorar em tempo real as atividades e cancelar campanhas em andamento que não estão dando certo, antes que elas comprometam todo o projeto;
  • aumentar as chances de sucesso ao tentar outras opções.

Como calcular o ROI de marketing?

Para entender de maneira prática como calcular o ROI dentro de um plano de marketing, apresentamos, a seguir, uma situação fictícia. Acompanhe.

Diego é um empreendedor que deseja saber qual é o retorno do investimento na aplicação de suas estratégias de marketing, a fim de melhor posicionar a sua loja online. A forma mais básica de realizar esse intento, sabendo que no caso de Diego o investimento inicial foi de R$ 2.300 e o lucro de R$ 5.000, é:

  • 5.000 – 2.300 = 2.700;
  • 2.700 / 2.300 = 1,17.

Isso significa que a estratégia de marketing de Diego teve um retorno sobre o investimento de 117%, razão pela qual foi totalmente lucrativa.

Todavia, de onde vêm os custos de investimento? Diego teve de recorrer a consultores e especialistas e investir em ferramentas para realizar suas ações de marketing. Então, ele deduziu os seus custos da seguinte maneira:

  • R$ 1.000 em pagamentos para especialistas em SEO e SEM;
  • R$ 700 investidos em ferramentas digitais, como Adwords, SEMrush etc.;
  • R$ 600 em pagamentos para profissionais dedicados a gerar conteúdos em seus blogs e redes sociais.

A soma de todos esses gastos dá um total de R$ 2.300. Convém lembrar que se tratam, apenas, de números fictícios e não representam a realidade sobre o que pode (ou deve) ser gasto em marketing digital.

O cálculo do ROI nesse exemplo é muito generalizante e, de modo algum cobrem 100% das despesas de uma empresa real. Para poder conhecer os custos é necessário incluir elementos como despesas administrativas impostos, material de escritório, entre outros. No entanto, é um exemplo capaz de mostrar como é possível calcular e se beneficiar do acompanhamento regular do seu ROI de marketing.

Gosto do post? Então, não perca a oportunidade de se aprofundar ainda mais no assunto: entenda em que consiste o mix de marketing!

segmentação de mercado

Segmentação de mercado: o que é e qual sua importância?

A segmentação de mercado traz algumas soluções fundamentais às empresas. Um especialista em marketing conhece e compreende o termo, sendo capaz de fornecer uma definição ampla, mencionando os aspectos geográficos, comportamentais e outros que devem ser considerados.

Entretanto, na prática, ao estabelecer um grupo-alvo para um produto específico, esses pontos acabam sendo, infelizmente, ignorados.

Isso compromete o desenvolvimento adequado das ações a serem desenvolvidas em um planejamento estratégico. A seguir, mostramos que essa definição pode ser curta, desde que seja, também, clara e sirva como um verdadeiro guia para que a sua empresa tenha um posicionamento claro, forte e consistente dentro do mercado de atuação.

O que é a segmentação de mercado?

Podemos definir a segmentação de mercado como a definição de um grupo de consumidores que compartilham certas características e apresentam necessidades e preferências semelhantes, reagindo da mesma forma diante de certos estímulos.

O marketing é responsável por identificar esses segmentos, e assim decidir qual deles interessa à empresa abordar. Por meio da segmentação, fica mais fácil identificar e selecionar o nicho de mercado.

Isso é ainda mais necessário à medida que a concorrência se acirra, propiciando as condições necessárias para que a empresa adapte as suas ofertas para atender às necessidades e dores dos potenciais clientes.

Entre as vantagens da segmentação de mercado, destacam-se:

  • encontrar oportunidades que ainda não tenham sido totalmente exploradas;
  • identificar o público-alvo;
  • identificar os principais concorrentes;
  • atender às expectativas do cliente, garantindo a sua fidelização;
  • distribuir os recursos de marketing de maneira mais eficiente.

Como a segmentação de mercado deve ser feita?

Para segmentar o mercado, você pode utilizar critérios baseados tanto nas características do consumidor quanto em seu comportamento. Para uma segmentação fundamentada nas características do consumidor, temos as seguintes variáveis:

  • geográficas (como país, região, município);
  • demográficas (como sexo, idade, estado civil);
  • socioeconômicas (como renda, ocupação, escolaridade);
  • psicográficas (como personalidade, estilo de vida).

Quanto aos critérios de segmentação baseados no comportamento do consumidor, eles podem ser delineados de acordo com:

  • o momento de utilização do produto e/ou serviço;
  • os benefícios buscados pelos consumidores;
  • os níveis de uso do produto;
  • o nível de fidelidade a uma marca;
  • a atitude em relação ao produto e/ou marca em questão;
  • o momento da compra.

Depois que o segmento tiver sido identificado, você poderá verificar se ele atende aos requisitos necessários para ser eficaz. Tais requisitos são:

  • a dimensão mínima do segmento (que depende dos objetivos da organização);
  • o potencial de compra dos clientes;
  • a viabilidade de dedicar esforços específicos de marketing a esse segmento;
  • acessibilidade, tanto no nível de comunicação quanto de distribuição;
  • conferir se é facilmente discernível de outros segmentos;
  • identificar se a empresa dispõe dos recursos materiais e humanos necessários para se direcionar ao segmento escolhido.

Uma vez que os segmentos que o interessam tenham sido escolhidos, você deve identificar em qual deles se encontra o seu público-alvo, composto pelos diferentes segmentos que a sua empresa está direcionando. Para tanto, é preciso considerar:

  • a atratividade do segmento, devido ao seu tamanho, potencial de crescimento ou existência de economia de escala;
  • risco potencial e o nível de investimento requerido;
  • adaptação do segmento aos objetivos gerais da empresa;
  • adaptação aos recursos materiais, humanos e financeiros da organização;

Dependendo dos segmentos selecionados e da forma de tratá-los, será decidida a estratégia a ser adotada, que pode ser diferenciada, indiferenciada e concentrada:

  • diferenciada: a empresa é voltada para um mercado, mas considera individualmente cada um dos segmentos que o compõe e direciona ações específicas do mix de marketing;
  • indiferenciada: a empresa atende todo o mercado, pois não consegue identificar segmentos ou estes não lhe parecem rentáveis;
  • concentrada: a empresa tem como alvo um ou vários segmentos de mercado. O perigo dessa estratégia é que a falta de uma adaptação rápida a eventuais mudanças no mercado pode levar a uma drástica redução nas vendas.

Qual a importância da segmentação de mercado e quais os benefícios para a empresa?

Após todas essas considerações, vale destacar precisamente qual é a importância real da segmentação de mercado para a sua empresa e quais os benefícios que ela pode alcançar.

Eficiência

Como tudo, os orçamentos de marketing são finitos. Logo, quanto melhor for realizada a segmentação, mais eficiente a sua empresa será na execução das ações planejadas.

Você poderá focar os seus investimentos e esforços em um conjunto reduzido de pessoas que estão, de fato, interessadas nos seus produtos, em vez de investir valiosos recursos em ações destinadas a alcançar toda a população, quando muitos consumidores, embora vejam a sua mensagem, não se mostrarão interessados em comprar.

Precisão

Quando o seu alvo estiver bem definido, você terá a oportunidade de conhecê-lo melhor e projetar campanhas pensando nos seus hábitos de consumo.

Dessa forma, você conseguirá impactar os clientes nos momentos e situações nas quais eles estiverem mais suscetíveis aos seus estímulos, obtendo insights precisos acerca dos elementos que podem fazer com que se identifiquem cada vez mais com a sua marca.

Design dos produtos

Até mesmo o design dos seus produtos deve girar em torno das necessidades do seu cliente. As embalagens e os elementos exteriores devem responder aos requisitos do público, e os serviços oferecidos devem se adaptar ao segmento que a sua empresa está buscando atingir.

Como você pôde constatar, a segmentação de mercado adequada é de suma importância para o sucesso do seu negócio. Nesse sentido, a armadilha para evitar é pensar que todos precisam dos produtos que você comercializa.

Não são raros os empresários que dizem algo como “meu produto pode ser usado por qualquer pessoa”. Mas, na realidade, até mesmo água pode ser segmentada. A despeito do fato de que todos os seres humanos precisam beber água, há diferentes segmentos que devem ser considerados.

Um atleta, por exemplo, usa uma garrafa de 650 ml, com uma tampa especial que o permite beber durante a corrida. Uma família compra cinco galões para ter um fornecimento de longo prazo, para beber e cozinhar por vários dias.

Clientes de alto nível socioeconômico tendem a preferir garrafas biodegradáveis, com água pura e cristalina, direto da nascente e que custam duas ou três vezes mais que as outras.

Esses exemplos, embora simples, indicam que o êxito do seu planejamento dependerá, em grande medida, da correta segmentação de mercado — um ponto básico para o marketing e que agrega muito valor a cada decisão tomada na sua empresa.

Gostou do nosso artigo? Então, siga-nos nas redes sociais e acompanhe o melhor conteúdo para potencializar os resultados e alavancar a rentabilidade do seu negócio. Estamos no LinkedIn e no Facebook!

pesquisa de mercado

Pesquisa de mercado e 8Ps do marketing: entenda qual é essa relação

Diante das constantes mudanças no mercado, como alteração no comportamento do consumidor e inserção de novos produtos, as empresas precisam se adaptar continuamente por meio do gerenciamento das informações sobre as necessidades mercadológicas. Para isso, elas utilizam uma ferramenta poderosa: a pesquisa de mercado.

Ao realizá-la, é possível compreender o que os clientes pensam, querem, desejam e sonham. Além disso, dá para se inteirar dos fatores que os motivam a consumir e de como estes interferem no processo de decisão de compra.

Essas informações são transformadas em conhecimento estratégico para as empresas. Trata-se de um auxílio e tanto para diagnosticar, avaliar, planejar e controlar as estratégias mercadológicas para atender as necessidades e desejos do seu público e, assim, satisfazê-lo.

Mas, vem cá, você sabe qual é a relação entre a pesquisa de mercado e os 8Ps do marketing? Ainda não? Pois acompanhe o post até o fim e fique por dentro de tudo!

O que é pesquisa de mercado?

Pesquisa de mercado é a busca por dados junto a consumidores para compreender suas percepções sobre o consumo de determinado produto ou serviço. Esses dados serão transformados em informações relevantes que servirão de base para a tomada de decisões.

O recurso surgiu da necessidade de conhecer melhor os clientes e o mercado, o qual está se transformando em alta velocidade. Devido a isso, as informações devem estar sempre atualizadas.

É importante lembrar que os gerentes e administradores precisam de informações qualificadas. Também devem tomar cuidado com o excesso de informações disponíveis, pois podem ser errôneas, imprecisas ou distorcidas — o que afetaria de forma negativa as decisões gerenciais.

Quais são os 8Ps do marketing?

As decisões estratégicas sofrem interferências de vários fatores controláveis pelo marketing e que influenciam os consumidores a tomarem uma decisão no momento da compra. Philip Kotler, estudioso renomado na área, definiu os 4Ps do marketing, ou mix de marketing. Veja:

  • produto/serviço — é o que você se dispõe a oferecer ao seu cliente;
  • preço — o quanto o cliente deve pagar para obter o seu produto;
  • praça — onde seu produto será oferecido ao seu público-alvo;
  • promoção — são os meios de divulgação do seu produto.

Com o passar do tempo, a maneira como empresas e consumidores se relacionam mudou. Então, foram agregados novos fatores aos 4Ps:

  • processo — são os procedimentos envolvidos na execução do produto ou serviço prestado;
  • pessoas — é a equipe envolvida na produção e prestação de serviço;
  • performance — é a mensuração dos indicadores que definem o desempenho da empresa (produtividade e qualidade);
  • posicionamento — são as ações dirigidas ao consumidor, ou seja, como a empresa interage com os clientes.

Como fazer uma pesquisa de mercado aplicando os 8Ps?

Identifique o problema e defina o objetivo

O primeiro passo para fazer uma pesquisa de mercado é identificar qual é o problema. Feito isso, você define o que será analisado e qual o objetivo que pretende alcançar ao resolver esse problema.

Para entender melhor, vamos usar um exemplo prático.

João tem uma loja e deseja expandir sua marca para outras regiões. Então, o seu problema é identificar novas regiões para introduzir uma nova loja; e seu objetivo é aumentar as vendas de seu negócio. Portanto, ele precisa fazer uma pesquisa sobre possíveis locais.

Defina o público-alvo

Depois de identificar os locais em potencial para a nova loja, João precisa definir quem são os seus clientes ideais. Ele pode trabalhar com o mesmo público-alvo de sua atual loja ou, então, tentar atrair uma nova fatia do mercado. Mas, para isso, deve conhecer bem quem são os consumidores da região.

Para conhecê-los, é necessário descobrir suas características, como idade, gênero e renda, além de compreender gostos e preferências. Por exemplo, se for uma loja de sapatos:

  • Ela será voltada para o público feminino ou masculino?
  • Estilo esportista ou social?
  • Com preços populares ou caros?

Escolha a maneira de captar os dados

Para definir os meios de coleta de dados, deve-se levar em consideração o público. Geralmente, os mais jovens preferem os canais online e questionários curtos. Já para o público adulto, pode-se utilizar entrevista, questionário ou formulário.

A entrevista e o formulário ocorrem entre a interação do pesquisador com o consumidor. Já o questionário é respondido pelo próprio participante. Hoje em dia, os meios de captação de dados podem ser online, o que dispensa o uso de questionários e formulários impressos.

Defina o método e a amostra

O método de pesquisa está relacionado com o meio de captar os dados. Para a análise das entrevistas, comumente, adota-se o método qualitativo, utilizado quando se tem perguntas abertas, como: “Quais são as suas marcas de sapato preferidas?”. Há também o método quantitativo, para perguntas com opções, geralmente feitas em questionários.

Para definir o tamanho da amostra de sua pesquisa, João precisa responder: Qual o tamanho da população da cidade onde desejo abrir a minha loja de sapatos? E o quanto minha pesquisa precisa ser exata para garantir a confiabilidade das informações e diminuir as chances de tomar uma decisão errada?

Elabore o questionário e aplique a pesquisa

O questionário aplicado por João deve ir além das perguntas sobre o perfil dos potenciais clientes, suas preferências e gostos em relação aos produtos, e o quanto estão dispostos a pagar (preços populares ou caros).

Para se destacar da concorrência, é importante saber como eles desejam ser atendidos, com base em suas experiências. Por exemplo, quais são as características de um bom vendedor: ser proativo, cordial? Ou, então, o que aborrece durante uma compra: falta de funcionário, atendimento demorado?

Além do mais, João precisa questionar como o público dele obtém informações sobre a oferta de produtos: redes sociais, sites, outdoor, panfletos? E, ainda, quais são os meios de comunicação que preferem para interagir com a loja: redes sociais, WhatsApp, chat ou SAC?

Depois de definir quais pontos serão abordados no questionário, está na hora de elaborá-lo de uma maneira que o visual seja atraente e de fácil compreensão. A partir daí, é só aplicar junto ao público-alvo pelos meios de captação de dados definidos anteriormente.

Mensure o resultado e elabore um relatório

Com os dados em mãos, é interessante utilizar softwares estatísticos para auxiliar na mensuração dos dados. Os gráficos podem ajudar a elaborar o relatório e facilitar a compreensão das informações captadas. Ainda usando o exemplo de João, será com base nos dados coletados que ele poderá definir se é viável ou não abrir mais uma loja, e quais decisões estratégicas de marketing aplicar para atrair os clientes.

A pesquisa de mercado é uma ferramenta estratégica para auxiliar na obtenção de informações, que são uma fonte de conhecimento no ambiente mercadológico. Por isso, investir nela é ter a chance de obter uma vantagem competitiva. Não se esqueça de elaborar perguntas relacionadas aos fatores que interferem na decisão de compra.

Curtiu? Então aproveite a visita e confira o nosso conteúdo especial sobre os 8Ps do marketing. Boa leitura!