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contratar empreendedores

Como posso contratar empreendedores para a minha empresa?

Sem dúvida, um dos grandes pilares de qualquer organização está na qualidade de sua equipe profissional. Nesse sentido, contratar empreendedores e mantê-los engajados ao longo do tempo é crucial para o sucesso do seu negócio.

A seleção de colaboradores não deve levar em consideração apenas o seu potencial, suas qualidades, sua capacidade de trabalhar em equipe etc.

Se você acredita no seu negócio e deseja contar com empreendedores que realmente contribuam para alavancar os resultados, então, continue conosco. Boa leitura!

Busque paixão pela empresa

A atitude de comprometimento com a organização deve ser o elemento prioritário ao contratar empreendedores, superando, até mesmo, suas capacidades técnicas.

Afinal, é mais fácil ensinar alguém a fazer algo do que convencê-lo a querer fazer.

Um profissional que almeja aprender continuamente, se esforçar e se envolver com a empresa vale ouro. Para os demais aspectos, é possível oferecer treinamentos adicionais e apoio prático para o desenvolvimento de competências que o candidato, em um primeiro momento, não demonstre ter.

Embora o conceito de “melhor” ou “pior” seja altamente subjetivo e varie de acordo com diferentes conjuntos de habilidades e competências, é altamente recomendável contratar alguém que o complemente e forneça o que a sua empresa precisa.

Ao se decidir como contratar empreendedores, tenha em mente que você não pode controlar sozinho todos os aspectos da sua organização.

Logo, é necessário cercar-se, tanto quanto possível, de uma equipe que articule diferentes qualidades, de modo que a reunião de seus membros seja comparável ao de uma excelente orquestra: harmoniosa e repleta de boas vibrações.

Conheça os erros do passado

Todos nós passamos por más experiências no trabalho.

Todavia, quando o candidato em questão apresentar um histórico negativo que aponte que ele saiu “pela porta dos fundos” de várias empresas, temos um forte indício de que o problema reside em sua atitude e comportamento, refletindo em sua convivência diária.

Nesses casos, é preferível optar por profissionais afeitos ao diálogo e que tendem a resolver quaisquer problemas internamente e a partir de uma conversa franca, em vez de introduzir em sua equipe um membro que pode comprometer a comunicação e criar um ambiente de trabalho ruim.

Uma atitude negativa se espalha como a gripe. Se permitir que ela adentre sua organização, afetará toda a equipe. De modo similar, boas atitudes também se alastram e, nesse contexto, a prática mais racional é sempre procurar pessoas positivas e otimistas.

Se o candidato apresenta várias reclamações de seus antigos empregadores e você o aceitar, terá grandes chances de ser o próximo alvo de suas lamentações.

Analise sua capacidade

Um currículo acadêmico brilhante servirá pouco se o candidato for governado pela “lei do esforço mínimo”. Cada tarefa deve estar associada a algumas metas ou desafios mínimos a serem cumpridos.

Se o profissional que você está avaliando não for capaz não se mostrar capaz no período experimental, dificilmente, estará à altura das futuras adversidades.

Opte por pessoas com senso de humor

Na maioria das ocasiões, é melhor trabalhar com pessoas que contribuem para gerar uma boa atmosfera, que são positivas e estimulam o companheirismo no dia a dia. Chegar ao escritório com um sorriso no rosto é algo contagiante.

Além disso, a contratação de profissionais competentes e com senso de humor ajudará você a melhorar os fluxos de trabalho e, também, a transmitir esse espírito de positividade e otimismo aos demais colaboradores.

Verifique o encaixe do perfil com os valores da sua empresa

Cada pessoa tem o potencial de se destacar, pelo menos, em uma determinada competência, tanto pessoal quanto profissionalmente.

Lembre-se disso ao decidir contratar empreendedores, considerando em que medida o perfil do candidato se encaixa com os valores da sua empresa.

Para isso, é imprescindível ter uma declaração de missão bem definida, de modo que os novos contratados entendam, desde o primeiro dia de trabalho, como eles podem contribuir para que a organização atinja seus objetivos estratégicos.

Ao procurarem candidatos com o perfil condizente aos valores de suas organizações, muitos empresários cometem o equívoco de contratar inadvertidamente parentes ou amigos.

Embora exista a possibilidade de que um amigo venha a se tornar o seu melhor funcionário, a experiência demonstra que, na maioria das vezes, eles acabam se tornando os piores e com uma desvantagem adicional: são difíceis de descartar.

Quando se trata de membros da família, você deve ser ainda mais cauteloso. Se, mesmo assim, você decidir correr o risco, assegure-se de informar, logo de cara, quais são as regras do jogo e as suas expectativas.

É de suma importância tratá-los exatamente da mesma forma que os demais colaboradores, evitando conceder-lhes prerrogativas de qualquer natureza.

Teste os candidatos com situações reais

Há certas ocasiões em que a obtenção de boas referências ou a realização de uma entrevista brilhante não significam nada.

É por isso que o ideal é utilizar períodos de teste para verificar se o candidato, de fato, tem as características distintivas de um bom empreendedor.

Há uma enorme diferença entre o que um profissional fala a respeito de si mesmo e aquilo que ele efetivamente realiza.

Portanto, reduza a incerteza inerente à sua decisão por meio de testes concretos, simulações realistas e solicitações objetivas ao candidato, sempre que isso for possível.

Certamente você recebeu inúmeros currículos de profissionais em busca de uma oportunidade. Reserve algum tempo para avaliá-los e mantenha aqueles que considera interessantes, independentemente da disponibilidade e/ou quantidade de vagas no atual momento.

Pode ser que, em futuras oportunidades, essa lista o salve de algum apuro. Não perca de vista os candidatos que quase foram selecionados. Para fazer isso, recorra a um bom banco de dados.

Não permita que o excesso de ruído, ou a falta dele, impeça que você identifique um bom profissional. Há candidatos que se vendem muito bem, embora não sejam tão eficientes quanto querem fazer crer; e aqueles que são tímidos, mas têm muito a contribuir para a organização.

Ao contratar empreendedores, demonstre interesse genuíno por cada profissional que conhecer no processo de seleção e aprofunde-se em todos os aspectos que puder para descobrir seu verdadeiro caráter e suas habilidades técnicas.

Gostou do nosso artigo? Se você está considerando se lançar no empolgante mundo dos negócios, não perca a oportunidade de conferir 5 excelentes dicas para quem quer começar a empreender!

Veja como aumentar a produtividade da sua equipe com 5 dicas

Melhorar os resultados da empresa e conquistar melhor desempenho são necessidades constantes das empresas e uma preocupação recorrente dos gestores.

Apesar disso, muitas empresas ainda não enxergam a relação entre aumentar a produtividade da equipe e a conquista de melhores resultados para o negócio como um todo.

Por isso, é importante entender como a produtividade impacta nos resultados. Para que isso aconteça, o primeiro passo é mensurar a produtividade da equipe, acompanhar como estão os resultados obtidos e identificar quais são os obstáculos a serem superados.

Explicaremos agora qual é a importância de medir a produtividade de seu time de colaboradores, trataremos de algumas métricas de produtividade que a sua empresa deve adotar e apresentaremos algumas dicas para aumentar a produtividade de sua equipe. Confira!

Entenda como medir a produtividade da equipe é importante

Todas as empresas desejam aumentar seus resultados, melhorar o faturamento e conseguir crescer.

No entanto, ainda é comum que elas não acompanhem o desempenho de suas equipes de trabalho e também que não mensurem a produtividade de forma objetiva, utilizando processos previamente definidos.

A importância de medir a produtividade da equipe está em conseguir identificar quais são os potenciais de resultado do time, compreender quais são os pontos fortes de cada colaborador e da equipe como um todo, além de compreender quais são os gargalos e como eles podem ser solucionados em favor de melhores resultados.

Para isso, é necessário que sejam adotadas métricas objetivas e claras de produtividade, que terão o papel de mensurar os resultados obtidos e os índices de produtividade de cada colaborador, permitindo compreender quais são os ajustes necessários e como realizá-los da melhor maneira possível.

Conheça algumas métricas de produtividade para adotar

Como foi dito, é importante que o gestor tenha métricas claras para acompanhar e avaliar a produtividade da equipe, permitindo que sejam tomadas as decisões mais acertadas e feitos os ajustes necessários para aumentar a produtividade. Abaixo, você encontrará algumas das mais utilizadas e que podem basear a avaliação em sua empresa.

Número de tarefas realizadas

A métrica mais comum para avaliação de produtividade está no número de tarefas realizadas dentro de um determinado período de tempo.

Essa avaliação se encaixa nos mais variados tipos de empresa, sendo necessário entender qual é o tipo de tarefa a ser analisada e qual é o volume que cada uma delas representa dentro da carga de trabalho do colaborador.

Em uma empresa de vendas, por exemplo, é possível que essa avaliação leve em consideração as ligações realizadas, as ligações atendidas, as trocas de e-mail, os pedidos de orçamento, os processos de fechamento de vendas e o pós-venda, dentre outros processos do dia a dia da empresa.

Volume de demanda represada

Também é interessante entender qual é a demanda represada, o que significa entender quantas e quais tarefas estão atrasadas e, ainda, se esse volume se deve a um número insuficiente de colaboradores realizando determinada tarefa, ao desempenho da equipe abaixo do esperado ou mesmo ao aumento não previsto de demanda em determinado período de tempo.

É comum que essa métrica seja utilizada de forma conjunta com a avaliação de tarefas executadas, para compreender qual é o volume de tarefas executáveis pelos colaboradores em determinado período de tempo.

Nível de abstenção

Os resultados de uma equipe dependem de comprometimento, foco e determinação.

Por isso, avaliar quais são os níveis de abstenção (faltas não justificadas) e compreender quais fatores estão gerando essas ausências é imprescindível.

Além de auxiliar na identificação de pontos de atrito e de necessidade de melhorias, essa métrica também permite compreender melhor o ânimo da equipe e buscar ações para valorizar o time.

Aprenda como aumentar a produtividade de sua equipe

Compreendida a necessidade de mensurar a produtividade da equipe e algumas das métricas mais utilizadas, é importante também entender como aumentar a produtividade.

Seguem abaixo algumas dicas que permitem melhorar o desempenho da equipe e conquistar excelentes resultados. Continue lendo!

1. Metas individuais e coletivas

Uma das práticas mais interessantes para motivar a equipe, mensurar resultados e fortalecer o desempenho é estabelecer metas individuais e coletivas, baseadas nas tarefas a serem executadas, nos prazos a serem cumpridos e nos objetivos que a equipe busca atingir em curto, médio e longo prazo.

As metas individuais podem ser baseadas no volume de tarefas a serem realizadas, em diminuir os índices de abstenção ou melhorar as taxas de conversão.

As metas coletivas, por sua vez, baseiam-se em tarefas e processos realizados por toda a equipe, como a organização dos projetos e a entrega antecipada de tarefas, dentre outros.

2. Treinamentos pessoais e profissionais

O aprendizado é um fator de motivação muito forte. Por isso, incentivar que os colaboradores realizem treinamentos, tanto de habilidades pessoais quanto profissionais, é uma forma de estimular o time e aumentar a sua produtividade.

Por meio do aprendizado e do fortalecimento de habilidades, é possível desenvolver novas competências, tornar os processos mais eficientes e distribuir as tarefas de forma mais inteligente, aumentando o desempenho.

3. Melhoria nos processos de comunicação

Falhas de comunicação são pontos de grande impacto na produtividade das equipes.

Para evitar que entendimentos errados, informações desencontradas e outros ruídos comunicacionais aconteçam, é interessante buscar melhorias nos processos de comunicação, seja adotando novos padrões, seja por meio do uso de ferramentas que permitam uma interlocução mais direta e objetiva.

4. Estabelecimento de ambiente agradável de trabalho

O desempenho em um ambiente confortável e agradável ao colaborador é muito maior do que em situações de estresse, já que é possível concentrar-se totalmente nas tarefas a serem realizadas.

Para isso, é possível utilizar estratégias como valorizar o ambiente de trabalho com cores mais aconchegantes, reforçar a importância da comunicação respeitosa e buscar atender as demandas que surgirem.

Como é possível perceber, o desenvolvimento de estratégias conjuntas e direcionadas à valorização da equipe, construção de novas lideranças, fortalecimento dos gestores e treinamentos direcionados aos colaboradores da equipe são ferramentas cruciais para aumentar a produtividade e conquistar melhores resultados.

Gostou das nossas dicas para aumentar a produtividade de seu time? Para não perder nenhum conteúdo, acompanhe-nos no Facebook e no Linkedin. Até a próxima!

planejamento estratégico

Planejamento estratégico: veja sua relação com os 8ps do marketing

Você gostaria que os seus clientes não sumissem e que você pudesse atingir o ponto de equilíbrio de vendas o mais rápido possível? Talvez você não saiba, mas um planejamento estratégico bem desenvolvido pode influenciar nisso.

O planejamento estratégico é uma das tarefas mais importantes para uma empresa e deve ser monitorado de tempos em tempos para melhorar a performance do negócio. Além disso, a junção desse conceito com os 8Ps do marketing pode influenciar bastante nos resultados.

Duvida que isso seja verdade? Então acompanhe a leitura e confira este guia completo sobre as principais informações a respeito do assunto!

O que é planejamento estratégico?

Vamos supor que você tenha uma grande afinidade com futebol e queira assistir de perto a Copa do Mundo de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

Obviamente, você terá que organizar a sua vida a fim de conquistar essa meta para os próximos 8 anos, ou seja, precisará ver os custos com passagens, a hospedagem, os ingressos, o que consumirá nos países e assim por diante.

Esse tipo de análise é absolutamente comum para qualquer coisa que você queira colocar em prática, inclusive no que diz respeito ao seu negócio. Basicamente, o planejamento estratégico é a capacidade de se antecipar a um cenário futuro e optar pelas melhores escolhas para conquistar o objetivo definido.

Normalmente o planejamento estratégico parte do topo da pirâmide organizacional, cabendo aos sócios e diretores a função de estipular o que será melhor para a empresa, como será feito e em quanto tempo. O pensamento no longo prazo é primordial para desenvolver um ambiente sólido e de acordo com as pretensões do negócio.

Por mais que esse conceito remeta a uma abordagem clássica da teoria geral da Administração, o princípio ainda é o mesmo no que se refere a potencializar a eficiência nos processos executados. As ações são passadas para os demais setores, e em cada departamento cabe aos líderes conduzirem as ideias lançadas para que os produtos ou serviços tenham a qualidade esperada.

Ainda convém lembrar que, quando se pensa em planejamento estratégico, é preciso analisar algumas situações básicas, tais como o valor que as suas soluções agregam aos clientes, o tipo de público que atende, quais são os canais necessários etc.

Além disso, a cultura e o clima organizacional também exercem um papel importante nessa equação, pois podem impactar diretamente nas decisões realizadas.

Por que o planejamento estratégico é importante?

Uma empresa que não tem a mínima noção de onde pretende chegar pode ser comparada a um avião sem um plano de voo. O planejamento estratégico é o que impulsiona o negócio para inovar constantemente, afinal, quem não se adapta às mudanças acaba estagnando pelo caminho.

Independentemente do tipo de negócio que você tenha, lembre-se de que essas diretrizes de organização norteiam os passos para tornar a empresa diferente das concorrentes. Muitos gestores se perguntam como aumentar as vendas, mas às vezes nem se dão conta de que o problema é muito mais simples de resolver do que aparenta ser.

Quando há um planejamento estratégico estruturado, a tendência é que a comunicação seja mais clara — entre os colaboradores ou mesmo em relação aos clientes. Tendo como base uma proposta de trabalho bem definida, o fator motivação entra em vigor e as pessoas se sentem mais conectadas e dispostas a prestar um bom serviço.

Se os propósitos da empresa estão alinhados, torna-se natural o fortalecimento da marca e o público começa a reconhecer que as suas soluções são referência de mercado. Ao estabelecer exatamente o caminho que pretendem trilhar, os gestores conseguem identificar possíveis ameaças e aproveitar as oportunidades que surgem.

Tendo isso em vista, o ambiente fica muito mais sinérgico e orientado para alcançar resultados expressivos, sendo que é importante ter uma avaliação minuciosa para achar os caminhos mais seguros. Talvez você não tenha reparado ainda, mas são ações como essas que proporcionam a tão desejada vantagem competitiva.

Vale mencionar também que um planejamento eficaz protege a sua empresa de quaisquer imprevistos que possam ocorrer, afinal, neste momento de instabilidade política em que vivemos, isso faz toda a diferença.

Do mesmo modo, uma estratégia bem desenvolvida influencia no orçamento organizacional e faz com que os recursos sejam explorados de forma correta para que haja retorno sobre o investimento aplicado.

Como elaborar um bom planejamento estratégico?

Ao tomar as ações necessárias para o negócio deslanchar, é fundamental se amparar em análises concretas, pois elas servirão de parâmetro para executar as devidas providências. Partindo desse princípio, veja esta lista com 6 ferramentas essenciais de planejamento estratégico:

1. Análise SWOT

Não há como pensar em planejamento estratégico sem olhar para as questões pertencentes aos ambientes interno e externo da empresa. Por isso, a análise SWOT tem os requisitos necessários para proporcionar um diagnóstico completo a respeito do que é preciso colocar em vigência no negócio.

A sigla em si corresponde aos termos em inglês que representam as forças, as fraquezas, as ameaças e as oportunidades. Tendo essas informações previamente organizadas, a tomada de decisão se torna mais efetiva, até mesmo para minimizar os riscos e elevar as chances de sucesso.

2. Matriz Ansoff

Talvez uma das maiores falhas de alguns gestores — que se perdem e não sabem como ser um empresário de sucesso — é ter a noção do tempo exato para arriscar. Essa linha tênue entre o novo e o que já existe transforma o raciocínio acerca dos negócios e pode apresentar fatores preponderantes para um disparo nas vendas.

Com isso, a Matriz Ansoff pode dar um respaldo interessante ao seu portfólio de produtos com relação a 4 aspectos de análise:

  1. entrar em um mercado existente para fidelizar os clientes;
  2. desenvolver um novo produto para identificar outras preferências do público;
  3. desenvolver um novo mercado para conquistar outros clientes;
  4. diversificar os produtos para conquistar novos nichos de mercado.

Esse tipo de diagnóstico contribui muito para obter as informações necessárias do seu negócio, a fim de incrementar as devidas alterações nos produtos. Inclusive, refletir sobre essa questão faz com que a empresa vislumbre novos patamares e possa crescer com processos bem definidos.

3. Matriz BCG

Há situações em que a empresa se vê em um verdadeiro labirinto, sem saber o que fazer com os produtos que não estão projetando bons resultados. Para isso, a metodologia gráfica da matriz BCG dispõe de uma linguagem de fácil entendimento para apurar as prioridades do seu negócio.

Assim como as ferramentas anteriores, a matriz BCG é composta por 4 quadrantes:

  1. vaca leiteira — produtos com participação de mercado alta e crescimento baixo;
  2. estrela — produtos com participação alta e crescimento significativo;
  3. interrogação — produtos com alto crescimento e baixa participação;
  4. abacaxi — produtos com baixo crescimento e participação irrelevante.

Contudo, as informações colocadas nos quadros servirão para comparar os produtos e identificar se ainda resta um potencial de venda. A partir dos resultados apontados, é possível reposicionar os investimentos e, consequentemente, dar uma sobrevida ao estágio de maturidade do produto.

4. As forças de Porter

Se você compreendeu bem o conceito das demais análises, chegou a hora de aprofundarmos um pouco mais nessa questão e gerarmos um entendimento ampliado sobre o micro e o macroambiente.

Michael Porter, autor de vários livros a respeito das estratégias de competitividade, desenvolveu um modelo de avaliação que instiga as empresas a pensarem melhor antes de tomarem uma decisão.

Basicamente, com esse modelo é possível identificar os pontos que podem facilitar ou dificultar o seu plano estratégico. Isto é, ao verificar fatores como rivalidade, poder de barganha, ameaças de novos produtos e a possibilidade de novos concorrentes, sua empresa consegue se preparar melhor e moldar o negócio de acordo com as situações que se apresentam.

5. Modelo de negócio Canvas

Dentro das metodologias de planejamento estratégico, talvez uma das que mais impactam os resultados da empresa seja o Canvas, pois é possível ter uma visão completa das etapas realizadas. Pode parecer algo meio rígido, mas se você não souber o que quer vender, para quem, como fazer e o quanto receberá por isso, provavelmente o seu negócio está fadado ao fracasso.

O Canvas é dividido em 9 espaços que correspondem aos lados emocionais e racionais da organização, sendo uma parte voltada para o marketing, outra para o planejamento em si e uma terceira especialmente para finanças. Ao representar graficamente os processos do seu negócio, é possível detalhar as ações futuras e verificar o que falta para começar a empreender de verdade.

6. Design Thinking

Em um mercado acirrado, não resta outra saída senão criar formas inovadoras para sair de um oceano vermelho de predadores e chegar a um oceano azul de lucratividade. No entanto, para que isso ocorra com maestria, é preciso avaliar diversos aspectos, principalmente no que se refere ao comportamento das pessoas.

O Design Thinking tem o propósito de observar e compreender as culturas, experiências e os pensamentos humanos para compor produtos ou serviços que supram realmente as necessidades da sociedade. Da etapa de imersão até a prototipação, torna-se imprescindível estudar os problemas encontrados e criar soluções que façam os consumidores se atraírem pelo que você oferece.

Qual é o passo a passo?

A princípio, você precisa elaborar as diretrizes organizacionais e determinar a missão, a visão e os valores do seu negócio, ou seja, a postura ideológica que definirá onde a empresa pretende chegar. Todavia, é preciso levar em consideração as normas e políticas empregadas para estruturar as bases da empresa.

Em seguida, a análise dos ambientes internos e externos servirá para você ter uma noção exata do lugar que está pisando para tomar as respectivas medidas. Com isso, a tendência é que você arrume os pontos fracos para aumentar o lado forte, a fim de aproveitar as oportunidades e contornar as ameaças com tranquilidade.

A determinação de um objetivo está lado a lado com a escolha do ramo de atividade, as ações corporativas para colocar o negócio em funcionamento e o escopo das operações aplicadas ao processo. Lembrando que é de suma importância identificar as melhores parcerias e pesquisar a fórmula de sucesso dos principais concorrentes.

Vale ressaltar que a segmentação do público tem enorme relevância nesse passo a passo, principalmente no que se refere ao marketing digital, visto que as chances de entregar conteúdos que geram engajamento serão maiores.

Inclusive, o desenvolvimento de personas pode direcionar as atitudes da empresa, tendo em vista as preferências e os aspectos comportamentais de uma audiência ideal.

Contudo, não basta apenas ter ótimas ideias, aplicá-las e deixá-las de lado posteriormente. É preciso monitorar os resultados alcançados para identificar possíveis erros e acertos durante a jornada. Esse feedback será essencial para o aprendizado corporativo e para a qualificação das ações futuras.

O que são os 8Ps do marketing?

De uma maneira geral, os 8Ps do marketing servem para tornar as estratégias clássicas do mix de marketing mais acessíveis e correspondentes ao atual cenário que vivemos no mundo.

É uma metodologia desenvolvida por Conrado Adolpho, um empreendedor de vasta experiência na área de vendas e que, por meio dos 8Ps, encontrou uma maneira de direcionar as carreiras dos pequenos e médios empresários nacionais.

Hoje em dia, no que se refere ao marketing digital, não basta ter presença online, é preciso produzir conteúdos relevantes, que influenciem o poder de compra da sua audiência. Para que você entenda mais sobre o assunto, veja o que significam as 8 técnicas de forma simples:

1. Pesquisa

A primeira etapa dessa jornada em busca do sucesso tem como missão identificar o perfil ideal de cliente que a empresa pretende atender, analisando suas necessidades, seus comportamentos e suas possíveis objeções. Você deve conhecer o seu público-alvo para fornecer soluções relevantes e, consequentemente, estar à frente da concorrência.

2. Planejamento

A partir do momento que você já tem noção de quem se interessaria pelo seu negócio, chega a hora de esquematizar o funil de vendas para disponibilizar as ofertas de acordo com o estágio em que o consumidor se encontra na jornada de compra. É no planejamento que você representará o que será preciso para fisgar o cliente e torná-lo fiel à marca.

3. Produção

Sabendo os tipos de pessoa que vão se interessar pelos seus produtos ou serviços e tendo o escopo de ofertas bem planejado, entra a parte de produção desse conteúdo para engajar a audiência. Independentemente disso acontecer por meio de blog posts, vídeos, infográficos, e-books ou qualquer outra fonte, você precisa adequar os conteúdos à linguagem da empresa e aos objetivos traçados lá no começo da sua estratégia.

4. Publicação

Nesse estágio você precisará tornar público o conteúdo produzido, até mesmo para que consiga dar prosseguimento às demais etapas e verificar a receptividade do que planejou até então. Para tanto, escolha os canais de comunicação que mais tenham a ver com a sua proposta de negócio e fale a mesma língua do seu público.

5. Promoção

Por mais que as informações publicadas sejam fantásticas, elas não vão converter em vendas sozinhas. Por isso, você deve promover o que desenvolveu para gerar autoridade e influenciar o poder de decisão do público ao agregar valor ao seu produto ou serviço por meio de conteúdo relevante.

6. Propagação

Embora a viralização do conteúdo esteja diretamente ligada a uma ação do público, ela pode muito bem ser induzida pela sua empresa. Ao prestar um atendimento de qualidade e entregando muito mais do que se espera, as chances da sua audiência propagar a oferta disponibilizada são muito grandes.

7. Personalização

A partir da resposta do público sobre a sua oferta, seja ela positiva, seja ela negativa, você precisa adequar as informações recebidas para tornar a sua estratégia cada vez mais coerente com o nicho em que atua. Portanto, conforme o feedback recebido das ações anteriores, você consegue moldar a sua tomada de decisão e entregar ofertas melhores para a audiência.

8. Precisão

Por fim, a mensuração dos dados coletados lhe trará os comandos necessários para decolar a aeronave das vendas e, assim, alçar voos mais altos no marketing. Tendo em mãos os resultados obtidos, você consegue identificar onde se torna mais rentável o investimento e o que precisa modificar com urgência, transformando significativamente a sua gestão.

Por que os 8Ps do marketing devem ser utilizados?

Sabemos que você acredita fielmente no seu negócio, mas só isso não será o suficiente se não tiver métodos práticos para agir. Os 8Ps do marketing dão margem para que o seu empreendimento expanda de maneira natural e com apenas alguns ajustes pontuais para adequar as suas metas ao mercado.

Uma das principais vantagens quando olhamos com mais atenção para o marketing digital é a redução dos custos, visto que uma campanha bem desenvolvida no ambiente virtual pode engajar muito mais do que um comercial de TV, por exemplo.

Mesmo que você opte por anúncios patrocinados, os gastos com isso são irrelevantes se compararmos com o marketing tradicional.

Caminhando junto ao custo-benefício está o tempo de lançamento dos conteúdos, pois se a estratégia estiver de acordo com o funil de vendas estipulado, a probabilidade de conversão de visitantes no seu site para leads qualificados é enorme. Isso faz com que as oportunidades de vendas sejam potencializadas e as receitas possam se multiplicar gradativamente.

Vale mencionarmos que a utilização dos 8Ps também colabora com a comunicação da empresa, seja ela externa, seja ela interna. Inclusive, esse é um ponto importantíssimo para gerar confiança na audiência e a motivação necessária entre os colaboradores, visto que, quando há uma proposta clara sobre determinado assunto, o entendimento é melhor e isso reflete na percepção das pessoas.

Ainda convém lembrarmos que é possível gerar mais interatividade entre o público e a empresa, fazendo com que a presença de mercado seja maior e haja um alcance global de suas ofertas — sendo que a fidelização da sua base de contatos será um dos ingredientes principais na receita de sucesso para obter resultados de longa duração.

É uma estratégia que requer disciplina e foco, mas possibilita que empresas de pequeno e médio porte possam brigar, em muitas oportunidades, de igual para igual com grandes corporações. Sem contar que, em tempos de ciência de dados, a metodologia dos 8Ps ajuda a expandir as informações que recebe da sua audiência, a fim de fazer ofertas irresistíveis.

De que forma podem otimizar a estratégia?

Embora a teoria seja muito interessante, compreendemos que você quer soluções práticas para arregaçar as mangas e aplicar o que aprendeu. Para começarmos, no que se refere à pesquisa, lembre-se de verificar as principais informações que podem beneficiar o seu negócio, tais como o levantamento de palavras-chave, os critérios de ranqueamento no Google, as análises de ambiente etc.

No planejamento, você deve posicionar as suas ações para configurar as estratégias em todas as frentes possíveis, desde que estejam de acordo com a proposta do negócio. Com isso, vale verificar a situação do domínio e da hospedagem do site, a definição de KPIs para a estratégia, a criação de um layout responsivo e as demais situações inerentes a esse estágio.

As publicações precisam ser originais, pois se houver cópias de textos de terceiros, isso pode minar consideravelmente a credibilidade do seu trabalho. Se possível, aposte em elementos de persuasão para engajar o público, como os gatilhos mentais de autoridade, prova social, escassez e reciprocidade.

Embora as empresas estejam cansadas de saber o que é um anúncio, muitas não entendem que não é preciso oferecer ao público propagandas maçantes. Por isso, se o conteúdo for relevante, a promoção das suas soluções será constante e de maneira orgânica, podendo alcançar um potencial incrível nas postagens patrocinadas.

Se for bem utilizada, a propagação é um dos 8Ps mais poderosos que existe, pois pode aumentar o seu alcance de forma espontânea e elevar o valor percebido da marca. A utilização de chamadas de ação para estimular os comentários e o compartilhamento nas redes sociais, por exemplo, são excelentes maneiras de aproveitar esse método.

Já com relação à personalização, é interessante você pegar todos os feedbacks possíveis para desenvolver conteúdos cada vez mais atraentes para o público, sendo que o uso de e-mail marketing, por exemplo, colabora bastante para a nutrição dos leads. Na precisão, você deve visualizar todos os dados que possam nortear as suas estratégicas para que a distribuição dos recursos financeiros seja eficiente.

Qual é a relação entre os 8Ps do marketing e o planejamento estratégico?

Tendo em mente os conceitos de planejamento estratégico e dos 8Ps de marketing, não é muito difícil observar que eles se complementam, certo? Um empreendimento funciona como a construção de uma casa, ou seja, precisa das fundações sólidas para que os demais serviços possam ser implementados na obra.

No marketing digital, se o planejamento está de acordo com as diretrizes desenvolvidas e as metas estipuladas, fica muito mais simples formular as estratégias no decorrer do percurso. Isso favorece a empresa e faz com que o seu negócio tenha a visibilidade, o reconhecimento e a credibilidade que todos gostariam.

Portanto, se você quer maximizar o número de vendas e alcançar resultados expressivos, vale considerar a mescla das ferramentas de planejamento estratégico com a metodologia de 8Ps.

Gostou dessas informações a respeito do planejamento estratégico em relação ao marketing digital? Quer conhecer outros conteúdos que temos? Então aproveite a visita ao blog e assine a nossa newsletter para acompanhar as novidades!

pesquisa de mercado

Pesquisa de mercado e 8Ps do marketing: entenda qual é essa relação

Diante das constantes mudanças no mercado, como alteração no comportamento do consumidor e inserção de novos produtos, as empresas precisam se adaptar continuamente por meio do gerenciamento das informações sobre as necessidades mercadológicas. Para isso, elas utilizam uma ferramenta poderosa: a pesquisa de mercado.

Ao realizá-la, é possível compreender o que os clientes pensam, querem, desejam e sonham. Além disso, dá para se inteirar dos fatores que os motivam a consumir e de como estes interferem no processo de decisão de compra.

Essas informações são transformadas em conhecimento estratégico para as empresas. Trata-se de um auxílio e tanto para diagnosticar, avaliar, planejar e controlar as estratégias mercadológicas para atender as necessidades e desejos do seu público e, assim, satisfazê-lo.

Mas, vem cá, você sabe qual é a relação entre a pesquisa de mercado e os 8Ps do marketing? Ainda não? Pois acompanhe o post até o fim e fique por dentro de tudo!

O que é pesquisa de mercado?

Pesquisa de mercado é a busca por dados junto a consumidores para compreender suas percepções sobre o consumo de determinado produto ou serviço. Esses dados serão transformados em informações relevantes que servirão de base para a tomada de decisões.

O recurso surgiu da necessidade de conhecer melhor os clientes e o mercado, o qual está se transformando em alta velocidade. Devido a isso, as informações devem estar sempre atualizadas.

É importante lembrar que os gerentes e administradores precisam de informações qualificadas. Também devem tomar cuidado com o excesso de informações disponíveis, pois podem ser errôneas, imprecisas ou distorcidas — o que afetaria de forma negativa as decisões gerenciais.

Quais são os 8Ps do marketing?

As decisões estratégicas sofrem interferências de vários fatores controláveis pelo marketing e que influenciam os consumidores a tomarem uma decisão no momento da compra. Philip Kotler, estudioso renomado na área, definiu os 4Ps do marketing, ou mix de marketing. Veja:

  • produto/serviço — é o que você se dispõe a oferecer ao seu cliente;
  • preço — o quanto o cliente deve pagar para obter o seu produto;
  • praça — onde seu produto será oferecido ao seu público-alvo;
  • promoção — são os meios de divulgação do seu produto.

Com o passar do tempo, a maneira como empresas e consumidores se relacionam mudou. Então, foram agregados novos fatores aos 4Ps:

  • processo — são os procedimentos envolvidos na execução do produto ou serviço prestado;
  • pessoas — é a equipe envolvida na produção e prestação de serviço;
  • performance — é a mensuração dos indicadores que definem o desempenho da empresa (produtividade e qualidade);
  • posicionamento — são as ações dirigidas ao consumidor, ou seja, como a empresa interage com os clientes.

Como fazer uma pesquisa de mercado aplicando os 8Ps?

Identifique o problema e defina o objetivo

O primeiro passo para fazer uma pesquisa de mercado é identificar qual é o problema. Feito isso, você define o que será analisado e qual o objetivo que pretende alcançar ao resolver esse problema.

Para entender melhor, vamos usar um exemplo prático.

João tem uma loja e deseja expandir sua marca para outras regiões. Então, o seu problema é identificar novas regiões para introduzir uma nova loja; e seu objetivo é aumentar as vendas de seu negócio. Portanto, ele precisa fazer uma pesquisa sobre possíveis locais.

Defina o público-alvo

Depois de identificar os locais em potencial para a nova loja, João precisa definir quem são os seus clientes ideais. Ele pode trabalhar com o mesmo público-alvo de sua atual loja ou, então, tentar atrair uma nova fatia do mercado. Mas, para isso, deve conhecer bem quem são os consumidores da região.

Para conhecê-los, é necessário descobrir suas características, como idade, gênero e renda, além de compreender gostos e preferências. Por exemplo, se for uma loja de sapatos:

  • Ela será voltada para o público feminino ou masculino?
  • Estilo esportista ou social?
  • Com preços populares ou caros?

Escolha a maneira de captar os dados

Para definir os meios de coleta de dados, deve-se levar em consideração o público. Geralmente, os mais jovens preferem os canais online e questionários curtos. Já para o público adulto, pode-se utilizar entrevista, questionário ou formulário.

A entrevista e o formulário ocorrem entre a interação do pesquisador com o consumidor. Já o questionário é respondido pelo próprio participante. Hoje em dia, os meios de captação de dados podem ser online, o que dispensa o uso de questionários e formulários impressos.

Defina o método e a amostra

O método de pesquisa está relacionado com o meio de captar os dados. Para a análise das entrevistas, comumente, adota-se o método qualitativo, utilizado quando se tem perguntas abertas, como: “Quais são as suas marcas de sapato preferidas?”. Há também o método quantitativo, para perguntas com opções, geralmente feitas em questionários.

Para definir o tamanho da amostra de sua pesquisa, João precisa responder: Qual o tamanho da população da cidade onde desejo abrir a minha loja de sapatos? E o quanto minha pesquisa precisa ser exata para garantir a confiabilidade das informações e diminuir as chances de tomar uma decisão errada?

Elabore o questionário e aplique a pesquisa

O questionário aplicado por João deve ir além das perguntas sobre o perfil dos potenciais clientes, suas preferências e gostos em relação aos produtos, e o quanto estão dispostos a pagar (preços populares ou caros).

Para se destacar da concorrência, é importante saber como eles desejam ser atendidos, com base em suas experiências. Por exemplo, quais são as características de um bom vendedor: ser proativo, cordial? Ou, então, o que aborrece durante uma compra: falta de funcionário, atendimento demorado?

Além do mais, João precisa questionar como o público dele obtém informações sobre a oferta de produtos: redes sociais, sites, outdoor, panfletos? E, ainda, quais são os meios de comunicação que preferem para interagir com a loja: redes sociais, WhatsApp, chat ou SAC?

Depois de definir quais pontos serão abordados no questionário, está na hora de elaborá-lo de uma maneira que o visual seja atraente e de fácil compreensão. A partir daí, é só aplicar junto ao público-alvo pelos meios de captação de dados definidos anteriormente.

Mensure o resultado e elabore um relatório

Com os dados em mãos, é interessante utilizar softwares estatísticos para auxiliar na mensuração dos dados. Os gráficos podem ajudar a elaborar o relatório e facilitar a compreensão das informações captadas. Ainda usando o exemplo de João, será com base nos dados coletados que ele poderá definir se é viável ou não abrir mais uma loja, e quais decisões estratégicas de marketing aplicar para atrair os clientes.

A pesquisa de mercado é uma ferramenta estratégica para auxiliar na obtenção de informações, que são uma fonte de conhecimento no ambiente mercadológico. Por isso, investir nela é ter a chance de obter uma vantagem competitiva. Não se esqueça de elaborar perguntas relacionadas aos fatores que interferem na decisão de compra.

Curtiu? Então aproveite a visita e confira o nosso conteúdo especial sobre os 8Ps do marketing. Boa leitura!

lucratividade do negócio

Como o marketing impacta na lucratividade do negócio?

A cada ano, mais empreendimentos apostam em marketing para se destacar no mercado. É isso que mostra a pesquisa Content Trends 2018, desenvolvida pela Rock Content. O levantamento ainda aponta que 58,9% das micro e pequenas empresas brasileiras consideram o marketing de conteúdo — estratégia que compõe o marketing digital — muito ou moderadamente bem- sucedido para aumentar o número de vendas e, consequentemente, a lucratividade do negócio.

Esse é somente um exemplo de como a crença da maioria dos empresários em estratégias de marketing assertivas está forte nos dias atuais — principalmente no meio online, em que mais de 50% da população mundial já se encontra conectada.

O investimento nessa área ainda deve aumentar cerca 8,9% nos próximos meses, segundo o relatório da CMO Survey. Mas, para direcionar a verba disponível de maneira correta e evitar prejuízos, é fundamental que os profissionais saibam quais são as melhores formas de aplicar o marketing nos seus negócios.

Nesse sentido, o presente artigo vai abordar os seguintes pontos:

  • Como aumentar a lucratividade do negócio com marketing?
  • Quais as estratégias de marketing mais utilizadas?
  • Como identificar a melhor estratégia para minha empresa?
  • Por que investir nos 8ps do marketing?
  • O método 8ps realmente funciona?

Como aumentar a lucratividade do negócio com marketing?

Ao prestarem mais atenção no modo como o consumidor online se comporta, empresas de pequeno porte e startups conseguem alcançar novos patamares. Com custos mais acessíveis, o marketing digital se revela um poderoso aliado para empresas que desejam aumentar suas vendas e gerar engajamento no negócio.

Um empreendedor dedicado é capaz de começar a trabalhar com marketing sozinho. Para tanto, pode seguir caminhos diversos, como criar perfis em redes sociais e páginas amigáveis para sua empresa.

No entanto, há várias outras opções que podem alavancar um negócio no meio digital. A questão é que elas demandam mais esforços, conhecimento, investimento por parte do empreendedor, além de mão de obra especializada para gerar resultados mais rápidos e efetivos. O importante é estabelecer uma boa estratégia de marketing e que possa ser mensurada.

Aumento de receita x aumento de lucratividade

Nem sempre o aumento de receita está ligado ao aumento da lucratividade do negócio. De fato, aumentar a produção impacta no aumento da receita. Porém, essa prática gera custos proporcionais, o que pode não ter relação com o aumento de arrecadamento. O ideal é que as empresas pensem na redução dos custos de seus processos de produção.

É possível automatizar processos para organizar atividades de produção. A partir disso, pode-se controlar custos, melhorar a eficiência do sistema e se destacar em meio à concorrência.

Apesar das vantagens, muitas empresas não fazem bom uso das ferramentas de automação de marketing, seja pelos desafios relacionados à integração de sistemas, seja por dificuldades em usar a tecnologia.

Vantagens da integração de sistemas

Essa prática gera redução de custos para empresas e, por meio da padronização de dados transferidos entre sistemas, é possível:

  • identificar e prevenir problemas;
  • diminuir o retrabalho;
  • reduzir atrito com clientes;
  • agilizar o processamento de informações;
  • acabar com conflitos de dados e informações.

Com a automatização de sistemas, a empresa pode fazer uma pré-análise dos dados que são transferidos. Assim, consegue adiantar e corrigir problemas dos clientes e diminuir os custos com atraso de tempo de operações de forma geral. Além disso, essas soluções aceleram a tomada de boas decisões, melhoram o atendimento ao consumidor, aumentam a capacidade competitiva e, até mesmo, a satisfação dos colaboradores.

A integração de sistemas também possibilita que as empresas se destaquem no mercado com práticas mais efetivas. Elas podem crescer e competir de forma saudável e, consequentemente, reduzir ainda mais os custos gerais.

Quais as estratégias de marketing mais utilizadas?

O marketing digital está em constante inovação. Quando menos se espera, são criadas mais estratégias de marketing para atingir objetivos diversos: captar mais leads, fidelizar clientes, melhorar o posicionamento da marca, entre outros. Direta ou indiretamente, todas levam ao aumento da lucratividade do negócio.

As mais utilizadas no mercado atual são:

E-mail Marketing

O e-mail marketing tem como foco aprimorar o relacionamento com o cliente. É uma estratégia muito eficaz que atua principalmente na personalização e na segmentação do conteúdo.

Ao contrário do que muitos pensam, o e-mail ainda é um canal de comunicação muito utilizado. Ele faz parte da rotina de mais de 92% dos adultos ativos na internet, conforme uma pesquisa feita pela Pew Research. Além disso, graças aos avanços da automação de marketing, apresenta-se como uma potente ferramenta nessa área.

SEO

O SEO — Search Engine Optimization, ou “Otimização para Motores de Busca”, em tradução livre — atua no alcance orgânico a partir dos mecanismos de busca. O intuito é que os sites tenham um melhor posicionamento dentre os demais do mesmo segmento. Para isso, é necessário produzir conteúdos que contenham as palavras-chave mais buscadas pela audiência, além de utilizar algumas técnicas de SEO na própria estrutura da página.

Segundo o SEO Trends 2017, da Rock Content, mais de 60% das empresas adotam as técnicas de SEO na atualidade. Os motivos mais destacados são:

  • crescimento do tráfego orgânico;
  • maior qualidade do tráfego;
  • melhores posições de rankeamento;
  • aumento do número de palavras-chave rankeando.

Inbound Marketing

O inbound marketing é uma estratégia mais voltada para a captação de potenciais clientes qualificados, por meio de conteúdos de valor que sejam atrativos para o público.

Basicamente, a proposta é auxiliar o indivíduo, preparando-o para realizar a sua primeira compra — e não encher a sua caixa de entrada com dezenas de anúncios de vendas.

Ao contrário do marketing tradicional, o conjunto de ações do inbound faz com que o próprio cliente vá atrás da marca com interesse de conhecer melhor a sua identidade e os seus produtos.

Uma forma muito comum de aplicar essa estratégia é a partir do e-mail marketing.

Por exemplo, a pessoa assina a newsletter de um blog/site de móveis. Após a coleta do endereço de e-mail, ela não receberá propagandas de produtos do site. Em vez disso, a empresa enviará conteúdos como “As melhores formas de organizar os móveis do escritório” ou “5 dicas para manter os seus móveis limpos”.

Marketing de Conteúdo

Grande aliado para aumentar a lucratividade do negócio, o marketing de conteúdo é utilizado muitas vezes em conjunto com o inbound. Sua função é envolver o público-alvo com um conteúdo relevante e envolvente. Como foi falado no início do texto, ele é visto com bons olhos pelos empresários, principalmente para aumentar a cartela de leads e clientes e aproximá-los mais da marca, a partir do engajamento.

Além dos benefícios já citados, uma boa estratégia de marketing de conteúdo é capaz de:

  • gerar vendas;
  • diminuir o custo de aquisição por cliente;
  • gerar brand awareness (consciência de marca);
  • aumentar o tráfego em sites, blog e páginas de redes sociais;
  • educar o mercado.

Redes Sociais

De acordo com o Social Media Trends 2017, outra iniciativa da Rock Content, mais de 92% das empresas já estão presentes nas redes sociais. As principais razões são o seu potencial em divulgar a marca, engajar o público e aumentar o tráfego do site/blog.

Cada mídia apresenta focos diferentes. Mesmo assim, todas oferecem às empresas a vantagem de se manterem mais presentes no dia a dia das pessoas e conhecerem melhor o público a partir dos dados disponibilizados. — o Facebook, por exemplo, permite que os usuários registrem endereço, e-mail, idade, status de relacionamento, interesses, entre outros.

Vale destacar que o gerenciamento das redes sociais é fundamental para que a estratégia seja bem-sucedida. Não basta apenas fazer algumas publicações por semana em horários aleatórios. É preciso manter a frequência constante e publicar sempre que o público-alvo estiver ativo, além de considerar outras atividades de gestão.

HootsuiteSprout Social e Buffer são exemplos de ferramentas disponíveis gratuitamente com essa função de gerenciamento de mídias sociais.

8ps do Marketing

Criado pelo empreendedor e escritor Conrado Adolpho, o método 8ps do marketing é bem conhecido entre os profissionais da área. Seu objetivo é potencializar, de forma rápida e eficiente, as estratégias de marketing.

Como o nome sugere, ele é composto por oito passos contendo as iniciais “p”:

1. Pesquisa

O primeiro passo é a pesquisa para conhecer mais a fundo o consumidor ideal da empresa. Alguns dos itens necessários são: profissão, idade, endereço, canais de comunicação mais acessados, problemas, objetivos e necessidades. Além disso, também é o momento para analisar melhor os concorrentes do segmento.

2. Planejamento

Seguido da pesquisa, a etapa de planejamento serve para definir quais estratégias serão utilizadas para guiar o cliente pela jornada do consumidor — a qual, resumidamente, representa a sua evolução dentro do funil de vendas. Questões como horário de publicação, frequência de postagem e linguagem de conteúdo também são decididas aqui.

3. Produção

É nessa etapa que começa a parte prática. É hora de criar a página de todos os canais de comunicação escolhidos: YouTube, Facebook, Instagram, LinkedIn, blog, site, entre outros. E, ainda, desenvolver os conteúdos necessários para envolver o público-alvo.

4. Publicação

A publicação é um passo extremamente importante para guiar o cliente até o objetivo final, já que o tipo de conteúdo deve variar dependendo de qual estágio do funil de vendas ele estará.

Por exemplo, caso a pessoa esteja no topo do funil — quando ainda não tem interesse/necessidade de um produto específico — é importante direcionar somente publicações com conteúdos mais abrangentes, sem mencionar os produtos ou a marca.

5. Promoção

O quinto passo é responsável pela divulgação do conteúdo desenvolvido, para dar mais visibilidade à marca e aumentar a chance de uma possível venda. No meio digital, algumas alternativas como Facebook Ads e Google Adwords são bastante recomendadas para esse fim.

6. Propagação

A propagação também é uma forma de divulgação. No entanto, ela é feita por aqueles que consumiram e gostaram do conteúdo a ponto de compartilhar com seus amigos ou ao menos deixar comentários positivos.

Nesse caso, pode-se afirmar que é uma etapa totalmente dependente da satisfação do consumidor. É a partir do julgamento final dele que o material desenvolvido ganhará mais notoriedade ou não.

7. Personalização

O sétimo “p” trata-se da personalização do contato com o cliente. Essa etapa ocorre a partir do momento em que o prospect já está interessado no produto e realiza um primeiro contato para tirar as possíveis dúvidas.

Todas as pessoas são diferentes e, portanto, suas objeções e necessidades também são. Tendo isso em mente, é fundamental realizar um atendimento personalizado, isto é, adaptar a comunicação, a linguagem e os conteúdos de acordo com cada tipo de cliente.

8. Precisão

Por fim, o último passo do método 8ps é a precisão, a qual envolve a mensuração e a análise das estratégias utilizadas. Assim, é possível descobrir o que realmente gera resultados para o negócio e o que merece ser mudado.

Como identificar a melhor estratégia para minha empresa?

É fato que todo empreendedor deseja alavancar a lucratividade do negócio. Mas, com tanta variedade de estratégias de marketing, como escolher a ideal para cada segmento? Esse é um questionamento muito comum entre os empresários — e a resposta vai variar conforme a realidade da empresa.

Quanto a isso, é preciso analisar os seguintes pontos:

Público-alvo e personas

Não basta ter inúmeras experiências com marketing ou a equipe com os melhores profissionais do país para elaborar um bom plano. É preciso saber, acima de tudo, mais sobre o perfil daquele a quem é destinado todo o conteúdo: o público-alvo. Para definir as melhores estratégias de marketing, vale levantar algumas questões:

  • Como ele se comporta?
  • Quais os seus gostos?
  • O que ele espera do conteúdo da marca?
  • Quais são as suas principais dúvidas?

Aqui, é importante detalhar ao máximo o perfil do consumidor ideal para conhecê-lo melhor e, assim, aumentar as chances de uma possível fidelização.

Concorrentes

“Mantenha os amigos perto e os inimigos mais perto ainda”. Embora seja um ditado clichê, ele se encaixa bem nesse contexto. Estudar a fundo a concorrência pode oferecer informações valiosas sobre quais ações funcionam ou não com o público.

É relevante acompanhar os movimentos das outras empresas do segmento, sempre tentando melhorar os seus passos, a fim de superá-las.

Objetivos do negócio

Na hora de escolher a estratégia de marketing, é fundamental determinar os objetivos a serem atingidos com ela. Aumento das vendas, maior visibilidade da empresa, melhor posicionamento online e aumento do tráfego do site são alguns exemplos.

Além disso, é indicada a criação de metas alcançáveis de curto, médio e longo prazo que se relacionem ao objetivo maior do negócio.

Orçamento disponível

Por último, é essencial ter conhecimento da verba disponível para o planejamento de marketing. Afinal, é preciso saber se as ações necessárias para cumprir os objetivos listados realmente cabem no orçamento — se não for o caso, é bom saber de antemão para gastar apenas com as estratégias prioritárias.

Por que investir nos 8ps do marketing?

Para ter sucesso com o marketing digital, antes de tudo, é preciso ter uma metodologia objetiva, que funcione como um mapa das ações efetivas que serão realizadas durante a jornada de uma empresa em busca do sucesso. Afinal, nenhum empreendedor quer desperdiçar tempo e dinheiro com estratégias incertas e arriscadas.

É nesse contexto que entra o método 8ps, considerado uma das metodologias mais eficazes do Brasil. Como foi dito, ele promete ensinar estratégias para alavancar empresas de pequeno e médio porte de forma rápida. Os oito passos mostram como e o que fazer em cada etapa de uma negociação para potencializar as vendas e a lucratividade do negócio.

Entre as vantagens e motivos para investir no 8ps, estão:

  • garantia de resultados rápidos;
  • criação de um plano de ação do negócio dias depois do aprendizado do método;
  • valorização do tempo do profissional;
  • 98,6% de satisfação;
  • capacitação do empresário e toda a sua equipe;
  • já traz resultados há mais de sete anos de forma consistente;
  • conteúdo prático e voltado para as necessidades reais das pequenas empresas brasileiras;
  • constantemente atualizado;
  • aprendizado em tempo integral em um único treinamento;
  • chance de conhecer os futuros parceiros de negócios.

O método 8ps realmente funciona?

Mesmo após conferir uma lista de motivos para investir no 8ps, muitos profissionais ainda se sentem inseguros em apostar todas as suas cartas no método. Afinal, o 8ps realmente impacta na lucratividade do negócio? 

Como resposta, foram separados dois cases de sucesso resultantes do treinamento intensivo (de três dias) ministrado por Conrado Adolpho.

A “Imersão 8ps” tem o objetivo de potencializar as vendas de pequenas e médias empresas rapidamente com o marketing digital.

Programa de coaching MEDPassei cresce 20 vezes com método 8ps

Coach profissional e fundador do “MEDPassei”, Lucas Schust orienta estudantes para o vestibular de medicina no Brasil todo. Ao aplicar as estratégias de marketing digital formuladas por Conrado Adolpho, ele viu o seu negócio crescer dez vezes, em dois momentos diferentes.

Em seu canal do YouTube, Schust dava dicas de como estudar melhor para passar nos cursos mais disputados do país, como medicina. Decidiu se profissionalizar como coaching em 2016, após conferir conteúdos sobre marketing digital de Conrado Adolpho. Foi, então, que criou o seu primeiro produto digital, o “MEDPassei” — programa online de coaching em grupo.

Com intenção de aumentar o seu alcance e, consequentemente, os seus resultados, ele iniciou o curso intensivo “Imersão 8ps”. Quando aplicou alguns conhecimentos ensinados no curso, conseguiu potencializar dez vezes mais o seu faturamento e o número de alunos.

Depois de ter tantos resultados atingidos, entrou para um grupo exclusivo de Conrado, chamado mastermind, com a intenção de crescer ainda mais. Como resultado, novamente, conseguiu multiplicar por mais de dez vezes o tamanho do negócio, orientando agora 200 vestibulandos do país.

“O conteúdo do Conrado me ajudou a estruturar o meu negócio digital, porque, antes, eu nem sabia que se podia ter um produto que fica rodando na internet 100% do tempo, gerando renda dessa forma. Agora que tenho tempo mais livre, estou conseguindo voltar a ter vida pessoal, a pensar em ter namorada, até mesmo sair à noite”, vibra Schust.

Empresária aumenta 89% do faturamento 7 dias após imersão

A consultora de inovação e criatividade Beth Quinan enviou carta de agradecimento a Conrado Adolpho, criador do método 8ps, depois de participar da turma 37 do treinamento intensivo de marketing digital e vendas.

“Ouço até hoje o som da maçaneta da porta se fechando, o tilintar das chaves sobre a mesa — tilintar de chaves que eu não ouviria mais. Depois de 18 anos como trainer e consultora de gestão empresarial, no dia seguinte, eu não teria de ir ao escritório da minha empresa”, declara Quinan, que viu sua empresa quebrar em meio à crise que se instalou no país em 2015.

Já em 2018, ela decidiu se reinventar, participando do curso “Imersão 8ps”. Reconstruiu e diversificou o seu negócio, aproveitou oportunidades digitais e, uma semana após a realização do treinamento, aumentou o seu faturamento de maneira significativa.

“Por causa da Imersão 8Ps, aumentei o meu faturamento, 7 dias após o curso, em 89%. Hoje, me sinto feliz em ver os menos favorecidos elevando a sua capacidade de lidar com o dinheiro. Ressuscitei o meu negócio colocando em prática o plano de ação desenvolvido durante a Imersão, e resgatei o meu sonho de liberdade. Parabéns para você, Conrado. E para mim!”, comemora a consultora.

Principalmente no ambiente virtual, o marketing tem impactado todos os segmentos do mercado empresarial. Diante disso, muitos empreendedores vêm investindo nas diversas estratégias de marketing, a fim de potencializar os lucros, sem aumentar os custos gerais do empreendimento.

A estratégia que ganhou um foco maior no texto foi o método 8ps, graças ao seu modo eficaz e prático de direcionar o negócio para o sucesso. Tudo isso a partir de passos que vão desde a desde a pesquisa inicial, para “conhecimento do terreno”, até a mensuração dos resultados das estratégias aplicadas.

Nas palavras da empresária Adriana Koiado, que também participou do treinamento ministrado por Conrado: “Realmente sucesso é uma decisão e eu decido agora que eu vou ter sucesso. Eu entendi que a imersão iria ser um divisor de águas na minha vida”.

Sendo assim, se a “escolha da melhor estratégia de marketing” depende somente da realidade da empresa, a lucratividade do negócio e, consequentemente, o seu sucesso, dependem somente do empresário. São as decisões certas, no momento certo, que levarão o empreendimento ao estrelato.

Para continuar acompanhando atualizações sobre o método 8ps ou, até mesmo, para participar de um evento sobre o tema, basta acessar o site da Imersão 8ps.