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Planejamento estratégico: veja sua relação com os 8ps do marketing

Você gostaria que os seus clientes não sumissem e que você pudesse atingir o ponto de equilíbrio de vendas o mais rápido possível? Talvez você não saiba, mas um planejamento estratégico bem desenvolvido pode influenciar nisso.

O planejamento estratégico é uma das tarefas mais importantes para uma empresa e deve ser monitorado de tempos em tempos para melhorar a performance do negócio. Além disso, a junção desse conceito com os 8Ps do marketing pode influenciar bastante nos resultados.

Duvida que isso seja verdade? Então acompanhe a leitura e confira este guia completo sobre as principais informações a respeito do assunto!

O que é planejamento estratégico?

Vamos supor que você tenha uma grande afinidade com futebol e queira assistir de perto a Copa do Mundo de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

Obviamente, você terá que organizar a sua vida a fim de conquistar essa meta para os próximos 8 anos, ou seja, precisará ver os custos com passagens, a hospedagem, os ingressos, o que consumirá nos países e assim por diante.

Esse tipo de análise é absolutamente comum para qualquer coisa que você queira colocar em prática, inclusive no que diz respeito ao seu negócio. Basicamente, o planejamento estratégico é a capacidade de se antecipar a um cenário futuro e optar pelas melhores escolhas para conquistar o objetivo definido.

Normalmente o planejamento estratégico parte do topo da pirâmide organizacional, cabendo aos sócios e diretores a função de estipular o que será melhor para a empresa, como será feito e em quanto tempo. O pensamento no longo prazo é primordial para desenvolver um ambiente sólido e de acordo com as pretensões do negócio.

Por mais que esse conceito remeta a uma abordagem clássica da teoria geral da Administração, o princípio ainda é o mesmo no que se refere a potencializar a eficiência nos processos executados. As ações são passadas para os demais setores, e em cada departamento cabe aos líderes conduzirem as ideias lançadas para que os produtos ou serviços tenham a qualidade esperada.

Ainda convém lembrar que, quando se pensa em planejamento estratégico, é preciso analisar algumas situações básicas, tais como o valor que as suas soluções agregam aos clientes, o tipo de público que atende, quais são os canais necessários etc.

Além disso, a cultura e o clima organizacional também exercem um papel importante nessa equação, pois podem impactar diretamente nas decisões realizadas.

Por que o planejamento estratégico é importante?

Uma empresa que não tem a mínima noção de onde pretende chegar pode ser comparada a um avião sem um plano de voo. O planejamento estratégico é o que impulsiona o negócio para inovar constantemente, afinal, quem não se adapta às mudanças acaba estagnando pelo caminho.

Independentemente do tipo de negócio que você tenha, lembre-se de que essas diretrizes de organização norteiam os passos para tornar a empresa diferente das concorrentes. Muitos gestores se perguntam como aumentar as vendas, mas às vezes nem se dão conta de que o problema é muito mais simples de resolver do que aparenta ser.

Quando há um planejamento estratégico estruturado, a tendência é que a comunicação seja mais clara — entre os colaboradores ou mesmo em relação aos clientes. Tendo como base uma proposta de trabalho bem definida, o fator motivação entra em vigor e as pessoas se sentem mais conectadas e dispostas a prestar um bom serviço.

Se os propósitos da empresa estão alinhados, torna-se natural o fortalecimento da marca e o público começa a reconhecer que as suas soluções são referência de mercado. Ao estabelecer exatamente o caminho que pretendem trilhar, os gestores conseguem identificar possíveis ameaças e aproveitar as oportunidades que surgem.

Tendo isso em vista, o ambiente fica muito mais sinérgico e orientado para alcançar resultados expressivos, sendo que é importante ter uma avaliação minuciosa para achar os caminhos mais seguros. Talvez você não tenha reparado ainda, mas são ações como essas que proporcionam a tão desejada vantagem competitiva.

Vale mencionar também que um planejamento eficaz protege a sua empresa de quaisquer imprevistos que possam ocorrer, afinal, neste momento de instabilidade política em que vivemos, isso faz toda a diferença.

Do mesmo modo, uma estratégia bem desenvolvida influencia no orçamento organizacional e faz com que os recursos sejam explorados de forma correta para que haja retorno sobre o investimento aplicado.

Como elaborar um bom planejamento estratégico?

Ao tomar as ações necessárias para o negócio deslanchar, é fundamental se amparar em análises concretas, pois elas servirão de parâmetro para executar as devidas providências. Partindo desse princípio, veja esta lista com 6 ferramentas essenciais de planejamento estratégico:

1. Análise SWOT

Não há como pensar em planejamento estratégico sem olhar para as questões pertencentes aos ambientes interno e externo da empresa. Por isso, a análise SWOT tem os requisitos necessários para proporcionar um diagnóstico completo a respeito do que é preciso colocar em vigência no negócio.

A sigla em si corresponde aos termos em inglês que representam as forças, as fraquezas, as ameaças e as oportunidades. Tendo essas informações previamente organizadas, a tomada de decisão se torna mais efetiva, até mesmo para minimizar os riscos e elevar as chances de sucesso.

2. Matriz Ansoff

Talvez uma das maiores falhas de alguns gestores — que se perdem e não sabem como ser um empresário de sucesso — é ter a noção do tempo exato para arriscar. Essa linha tênue entre o novo e o que já existe transforma o raciocínio acerca dos negócios e pode apresentar fatores preponderantes para um disparo nas vendas.

Com isso, a Matriz Ansoff pode dar um respaldo interessante ao seu portfólio de produtos com relação a 4 aspectos de análise:

  1. entrar em um mercado existente para fidelizar os clientes;
  2. desenvolver um novo produto para identificar outras preferências do público;
  3. desenvolver um novo mercado para conquistar outros clientes;
  4. diversificar os produtos para conquistar novos nichos de mercado.

Esse tipo de diagnóstico contribui muito para obter as informações necessárias do seu negócio, a fim de incrementar as devidas alterações nos produtos. Inclusive, refletir sobre essa questão faz com que a empresa vislumbre novos patamares e possa crescer com processos bem definidos.

3. Matriz BCG

Há situações em que a empresa se vê em um verdadeiro labirinto, sem saber o que fazer com os produtos que não estão projetando bons resultados. Para isso, a metodologia gráfica da matriz BCG dispõe de uma linguagem de fácil entendimento para apurar as prioridades do seu negócio.

Assim como as ferramentas anteriores, a matriz BCG é composta por 4 quadrantes:

  1. vaca leiteira — produtos com participação de mercado alta e crescimento baixo;
  2. estrela — produtos com participação alta e crescimento significativo;
  3. interrogação — produtos com alto crescimento e baixa participação;
  4. abacaxi — produtos com baixo crescimento e participação irrelevante.

Contudo, as informações colocadas nos quadros servirão para comparar os produtos e identificar se ainda resta um potencial de venda. A partir dos resultados apontados, é possível reposicionar os investimentos e, consequentemente, dar uma sobrevida ao estágio de maturidade do produto.

4. As forças de Porter

Se você compreendeu bem o conceito das demais análises, chegou a hora de aprofundarmos um pouco mais nessa questão e gerarmos um entendimento ampliado sobre o micro e o macroambiente.

Michael Porter, autor de vários livros a respeito das estratégias de competitividade, desenvolveu um modelo de avaliação que instiga as empresas a pensarem melhor antes de tomarem uma decisão.

Basicamente, com esse modelo é possível identificar os pontos que podem facilitar ou dificultar o seu plano estratégico. Isto é, ao verificar fatores como rivalidade, poder de barganha, ameaças de novos produtos e a possibilidade de novos concorrentes, sua empresa consegue se preparar melhor e moldar o negócio de acordo com as situações que se apresentam.

5. Modelo de negócio Canvas

Dentro das metodologias de planejamento estratégico, talvez uma das que mais impactam os resultados da empresa seja o Canvas, pois é possível ter uma visão completa das etapas realizadas. Pode parecer algo meio rígido, mas se você não souber o que quer vender, para quem, como fazer e o quanto receberá por isso, provavelmente o seu negócio está fadado ao fracasso.

O Canvas é dividido em 9 espaços que correspondem aos lados emocionais e racionais da organização, sendo uma parte voltada para o marketing, outra para o planejamento em si e uma terceira especialmente para finanças. Ao representar graficamente os processos do seu negócio, é possível detalhar as ações futuras e verificar o que falta para começar a empreender de verdade.

6. Design Thinking

Em um mercado acirrado, não resta outra saída senão criar formas inovadoras para sair de um oceano vermelho de predadores e chegar a um oceano azul de lucratividade. No entanto, para que isso ocorra com maestria, é preciso avaliar diversos aspectos, principalmente no que se refere ao comportamento das pessoas.

O Design Thinking tem o propósito de observar e compreender as culturas, experiências e os pensamentos humanos para compor produtos ou serviços que supram realmente as necessidades da sociedade. Da etapa de imersão até a prototipação, torna-se imprescindível estudar os problemas encontrados e criar soluções que façam os consumidores se atraírem pelo que você oferece.

Qual é o passo a passo?

A princípio, você precisa elaborar as diretrizes organizacionais e determinar a missão, a visão e os valores do seu negócio, ou seja, a postura ideológica que definirá onde a empresa pretende chegar. Todavia, é preciso levar em consideração as normas e políticas empregadas para estruturar as bases da empresa.

Em seguida, a análise dos ambientes internos e externos servirá para você ter uma noção exata do lugar que está pisando para tomar as respectivas medidas. Com isso, a tendência é que você arrume os pontos fracos para aumentar o lado forte, a fim de aproveitar as oportunidades e contornar as ameaças com tranquilidade.

A determinação de um objetivo está lado a lado com a escolha do ramo de atividade, as ações corporativas para colocar o negócio em funcionamento e o escopo das operações aplicadas ao processo. Lembrando que é de suma importância identificar as melhores parcerias e pesquisar a fórmula de sucesso dos principais concorrentes.

Vale ressaltar que a segmentação do público tem enorme relevância nesse passo a passo, principalmente no que se refere ao marketing digital, visto que as chances de entregar conteúdos que geram engajamento serão maiores.

Inclusive, o desenvolvimento de personas pode direcionar as atitudes da empresa, tendo em vista as preferências e os aspectos comportamentais de uma audiência ideal.

Contudo, não basta apenas ter ótimas ideias, aplicá-las e deixá-las de lado posteriormente. É preciso monitorar os resultados alcançados para identificar possíveis erros e acertos durante a jornada. Esse feedback será essencial para o aprendizado corporativo e para a qualificação das ações futuras.

O que são os 8Ps do marketing?

De uma maneira geral, os 8Ps do marketing servem para tornar as estratégias clássicas do mix de marketing mais acessíveis e correspondentes ao atual cenário que vivemos no mundo.

É uma metodologia desenvolvida por Conrado Adolpho, um empreendedor de vasta experiência na área de vendas e que, por meio dos 8Ps, encontrou uma maneira de direcionar as carreiras dos pequenos e médios empresários nacionais.

Hoje em dia, no que se refere ao marketing digital, não basta ter presença online, é preciso produzir conteúdos relevantes, que influenciem o poder de compra da sua audiência. Para que você entenda mais sobre o assunto, veja o que significam as 8 técnicas de forma simples:

1. Pesquisa

A primeira etapa dessa jornada em busca do sucesso tem como missão identificar o perfil ideal de cliente que a empresa pretende atender, analisando suas necessidades, seus comportamentos e suas possíveis objeções. Você deve conhecer o seu público-alvo para fornecer soluções relevantes e, consequentemente, estar à frente da concorrência.

2. Planejamento

A partir do momento que você já tem noção de quem se interessaria pelo seu negócio, chega a hora de esquematizar o funil de vendas para disponibilizar as ofertas de acordo com o estágio em que o consumidor se encontra na jornada de compra. É no planejamento que você representará o que será preciso para fisgar o cliente e torná-lo fiel à marca.

3. Produção

Sabendo os tipos de pessoa que vão se interessar pelos seus produtos ou serviços e tendo o escopo de ofertas bem planejado, entra a parte de produção desse conteúdo para engajar a audiência. Independentemente disso acontecer por meio de blog posts, vídeos, infográficos, e-books ou qualquer outra fonte, você precisa adequar os conteúdos à linguagem da empresa e aos objetivos traçados lá no começo da sua estratégia.

4. Publicação

Nesse estágio você precisará tornar público o conteúdo produzido, até mesmo para que consiga dar prosseguimento às demais etapas e verificar a receptividade do que planejou até então. Para tanto, escolha os canais de comunicação que mais tenham a ver com a sua proposta de negócio e fale a mesma língua do seu público.

5. Promoção

Por mais que as informações publicadas sejam fantásticas, elas não vão converter em vendas sozinhas. Por isso, você deve promover o que desenvolveu para gerar autoridade e influenciar o poder de decisão do público ao agregar valor ao seu produto ou serviço por meio de conteúdo relevante.

6. Propagação

Embora a viralização do conteúdo esteja diretamente ligada a uma ação do público, ela pode muito bem ser induzida pela sua empresa. Ao prestar um atendimento de qualidade e entregando muito mais do que se espera, as chances da sua audiência propagar a oferta disponibilizada são muito grandes.

7. Personalização

A partir da resposta do público sobre a sua oferta, seja ela positiva, seja ela negativa, você precisa adequar as informações recebidas para tornar a sua estratégia cada vez mais coerente com o nicho em que atua. Portanto, conforme o feedback recebido das ações anteriores, você consegue moldar a sua tomada de decisão e entregar ofertas melhores para a audiência.

8. Precisão

Por fim, a mensuração dos dados coletados lhe trará os comandos necessários para decolar a aeronave das vendas e, assim, alçar voos mais altos no marketing. Tendo em mãos os resultados obtidos, você consegue identificar onde se torna mais rentável o investimento e o que precisa modificar com urgência, transformando significativamente a sua gestão.

Por que os 8Ps do marketing devem ser utilizados?

Sabemos que você acredita fielmente no seu negócio, mas só isso não será o suficiente se não tiver métodos práticos para agir. Os 8Ps do marketing dão margem para que o seu empreendimento expanda de maneira natural e com apenas alguns ajustes pontuais para adequar as suas metas ao mercado.

Uma das principais vantagens quando olhamos com mais atenção para o marketing digital é a redução dos custos, visto que uma campanha bem desenvolvida no ambiente virtual pode engajar muito mais do que um comercial de TV, por exemplo.

Mesmo que você opte por anúncios patrocinados, os gastos com isso são irrelevantes se compararmos com o marketing tradicional.

Caminhando junto ao custo-benefício está o tempo de lançamento dos conteúdos, pois se a estratégia estiver de acordo com o funil de vendas estipulado, a probabilidade de conversão de visitantes no seu site para leads qualificados é enorme. Isso faz com que as oportunidades de vendas sejam potencializadas e as receitas possam se multiplicar gradativamente.

Vale mencionarmos que a utilização dos 8Ps também colabora com a comunicação da empresa, seja ela externa, seja ela interna. Inclusive, esse é um ponto importantíssimo para gerar confiança na audiência e a motivação necessária entre os colaboradores, visto que, quando há uma proposta clara sobre determinado assunto, o entendimento é melhor e isso reflete na percepção das pessoas.

Ainda convém lembrarmos que é possível gerar mais interatividade entre o público e a empresa, fazendo com que a presença de mercado seja maior e haja um alcance global de suas ofertas — sendo que a fidelização da sua base de contatos será um dos ingredientes principais na receita de sucesso para obter resultados de longa duração.

É uma estratégia que requer disciplina e foco, mas possibilita que empresas de pequeno e médio porte possam brigar, em muitas oportunidades, de igual para igual com grandes corporações. Sem contar que, em tempos de ciência de dados, a metodologia dos 8Ps ajuda a expandir as informações que recebe da sua audiência, a fim de fazer ofertas irresistíveis.

De que forma podem otimizar a estratégia?

Embora a teoria seja muito interessante, compreendemos que você quer soluções práticas para arregaçar as mangas e aplicar o que aprendeu. Para começarmos, no que se refere à pesquisa, lembre-se de verificar as principais informações que podem beneficiar o seu negócio, tais como o levantamento de palavras-chave, os critérios de ranqueamento no Google, as análises de ambiente etc.

No planejamento, você deve posicionar as suas ações para configurar as estratégias em todas as frentes possíveis, desde que estejam de acordo com a proposta do negócio. Com isso, vale verificar a situação do domínio e da hospedagem do site, a definição de KPIs para a estratégia, a criação de um layout responsivo e as demais situações inerentes a esse estágio.

As publicações precisam ser originais, pois se houver cópias de textos de terceiros, isso pode minar consideravelmente a credibilidade do seu trabalho. Se possível, aposte em elementos de persuasão para engajar o público, como os gatilhos mentais de autoridade, prova social, escassez e reciprocidade.

Embora as empresas estejam cansadas de saber o que é um anúncio, muitas não entendem que não é preciso oferecer ao público propagandas maçantes. Por isso, se o conteúdo for relevante, a promoção das suas soluções será constante e de maneira orgânica, podendo alcançar um potencial incrível nas postagens patrocinadas.

Se for bem utilizada, a propagação é um dos 8Ps mais poderosos que existe, pois pode aumentar o seu alcance de forma espontânea e elevar o valor percebido da marca. A utilização de chamadas de ação para estimular os comentários e o compartilhamento nas redes sociais, por exemplo, são excelentes maneiras de aproveitar esse método.

Já com relação à personalização, é interessante você pegar todos os feedbacks possíveis para desenvolver conteúdos cada vez mais atraentes para o público, sendo que o uso de e-mail marketing, por exemplo, colabora bastante para a nutrição dos leads. Na precisão, você deve visualizar todos os dados que possam nortear as suas estratégicas para que a distribuição dos recursos financeiros seja eficiente.

Qual é a relação entre os 8Ps do marketing e o planejamento estratégico?

Tendo em mente os conceitos de planejamento estratégico e dos 8Ps de marketing, não é muito difícil observar que eles se complementam, certo? Um empreendimento funciona como a construção de uma casa, ou seja, precisa das fundações sólidas para que os demais serviços possam ser implementados na obra.

No marketing digital, se o planejamento está de acordo com as diretrizes desenvolvidas e as metas estipuladas, fica muito mais simples formular as estratégias no decorrer do percurso. Isso favorece a empresa e faz com que o seu negócio tenha a visibilidade, o reconhecimento e a credibilidade que todos gostariam.

Portanto, se você quer maximizar o número de vendas e alcançar resultados expressivos, vale considerar a mescla das ferramentas de planejamento estratégico com a metodologia de 8Ps.

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