Skip to main content
blog_8ps_thumb_2043--Jovens-preferem-riscos-a-trabalhar-com-clt_900x500_01

Jovens Preferem Correr Riscos a Trabalhar Com CLT

cta_8ps_livro_cta_pequeno_shortcode_01

Para a geração Y e Z, os famosos benefícios previstos pela CLT, como salário fixo, vale transporte, vale refeição, plano médico e dentário, não são mais tão atrativos quanto ser o seu próprio chefe.

A Geração Y, são pessoas nascida entre 1977/78 e nos anos 80 até meados dos 90, enquanto a Geração Z são os indivíduos nascidos por volta de meados dos anos 1990 e Década de 2000 em diante.

Um estudo feito pela Consultoria Universum sobre as metas de carreira para a geração Y no Brasil revela que, em 1º lugar no ranking, eles desejam equilíbrio entre trabalho e vida pessoal; em 2º lugar, segurança e estabilidade no emprego e em 3º lugar desejam ser empreendedores.

Ainda falando em empreendedorismo, uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que 6 em cada 10 (57,7%) empreendedores com idade entre 18 e 34 anos não aceitariam trocar a atividade que desempenham em suas empresas por um emprego formal, que pagasse um salário compatível com o mercado, somado aos demais benefícios previstos pela CLT.

Outros 23% dos entrevistados até aceitariam a proposta, mas tentariam conciliar o novo emprego com a sua empresa e apenas 3,7% concordariam em abandonar a vida de empresário para virar um trabalhador assalariado.

Por tratar-se de um universo essencialmente jovem, a maior parte dos negócios ainda estão nos primeiros anos de vida: 21% atuam no mercado entre seis meses e um ano, enquanto 42,4% estão na ativa por um período que varia entre um e três anos.

A crise afeta a confiança dos consumidores e investidores, fazendo com que gastem menos mas, por outro lado, fecha portas de empregos e isso faz com que as pessoas busquem outras alternativas de trabalho.

Esse foi o caso de Danielle que, após trabalhar 6 anos em uma fábrica com carteira assinada, abriu o seu negócio e hoje não pensa mais em ter patrão ou bater ponto.

Como a empresa em que trabalhava não ia bem financeiramente, houve redução nos serviços e ela passou a trabalhar só três dias por semana.

Pensando em uma alternativa, ela teve a ideia de inovar o negócio de seu pai, que trabalha há 30 anos com vendas de produtos de limpeza.

“No primeiro dia que fiquei em casa, imprimi uma tabela com alguns produtos e fui para as ruas de São Paulo. Voltei com um pedido, comprei matéria-prima, fiz os produtos e realizei a primeira entrega”, conta.

Danielle abriu uma loja na garagem da sua casa, usou uma sala para manipulação dos produtos e implantou um disk entrega de produtos para limpeza. Ela decidiu, então, deixar a consultoria e abriu seu próprio negócio, a Qualymp.

“Sou uma gestora da qualidade, estava me acabando para deixar em conformidade a empresa dos outros, podendo cuidar mais da minha. Então, passei a exercer o que sei de melhor, dentro da minha própria empresa. E na crise ninguém come em prato sujo e nem deixa de lavar roupa e limpar a casa”, diz.

Ao se tornar microempreendedora individual (MEI), Danielle diz que “não quer ver a carteira de trabalho”. Segundo ela, demorou um pouco, mas atualmente a empresa se paga e gera lucro – parte dele é usado para investimento no próprio negócio. Ela cuida de tudo sozinha e tem uma amiga que a ajuda na divulgação.

Danielle não descarta fazer consultoria para outras empresas, mas sua prioridade é a saúde e qualidade do seu negócio. “Hoje em dia, a falta de estabilidade nas empresas e de oportunidade no mercado nos faz perder o propósito de acordar todos os dias […] sem saber como vai acabar, se vamos chegar no final do mês e ter salário. Considerando ainda o fato de que, quanto mais você se dedica, não é você quem cresce. Claro que crescemos com as práticas e busca de informações, mas o fator principal de crescimento diante de todo o empenho do colaborador é a empresa do patrão”, afirma.

Ela diz não sentir falta dos benefícios do CLT, “Quanto mais eu me esforço, maior é o meu retorno todos os meses. Não sinto a necessidade de me esforçar um ano todo e ter um reconhecimento no último mês do ano. Nas férias, poderei me programar para que não interrompa o bom andamento da empresa. E o FGTS me permito realizar aplicações mensais, proporcionais ao valor do benefício que seria depositado na minha conta para assegurar meu futuro”, diz.

Se você se interessou por esse artigo, não deixe de ler o post “Como Montar Um Negócio Sem Dinheiro“. Nesse artigo você vai aprender um erro que muitas empresas cometem ao começar um negócio e também vai aprender como a montar um.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

cta_8ps_livro_cta_grande_shortcode_01

[u1m]
[u1m]
[CDATA[ */ function read_cookie(a) { var b = a + "="; var c = document.cookie.split(";"); for (var d = 0; d < c.length; d++) { var e = c[d]
[CDATA[ */ function read_cookie(a) { var b = a + "="; var c = document.cookie.split(";"); for (var d = 0; d < c.length; d++) { var e = c[d]